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Só mesmo a piedade divina aos imbecis e/ou caloteiros que me devem

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Tem pelo menos três “colegas” jornalistas (ou metidos a), e um vereador que me devem em Peruíbe. Curiosamente, os quatro me devem mesmo valor cada um (R$ 50,00), alguns desde muito tempo, outros mais recentes.

Pelo ínfimo do valor, não obstante ter momentos que mesmo R$ 50,00 me fazem uma falta tremenda, e por não terem me pago (“até ontem”, como dizia meu falecido pai), deduzo o que segue:

  1. Se não têm dinheiro (o que é bem possível, por que não?), não passam de quatro imbecis, idiotas e boçais, pelo que todos eles exteriorizam que estão bem e de que nada lhes falta, senão a vergonha na cara em confessarem que comem mortadela de terceira, ainda que continuem arrotando caviar.
  2. Se têm dinheiro (ou os que têm) e não me pagam, são todos caloteiros sem-vergonhas!

Tenho por hábito dizer que não tenho medo ou vergonha de “mostrar a minha bunda peluda” para quem quer que seja. A expressão revela que nunca exercitei meus neurônios na busca frenética de mostrar aquilo que eu não sou e, sobretudo, aquilo que eu não tenho!

Em tempo, este meu desabafo dá azo ao antigo ditado que diz “dever para pobre é a pior besteira”. E é mesmo! É quase pior que dever para aquele agiota peçonhento que mora lá pelas bandas do Jardim Veneza!

Pois bem. Vivo eu uma vida regrada pela necessidade premente de administrar o pouco dinheiro que eu ganho contra as despesas que teimam em continuarem muitas. Não tenho vícios (se não o de escrever). Não bebo, não fumo, não jogo, não frequento barzinhos até altas horas, não como, bebo ou exerço nada que me seja supérfluo. Quase como um clérigo, minha vida hoje é de casa para a igreja, da igreja para casa. E só.

Repito também, à exaustão, que se tivesse sido (ou fosse) bandido, “puxa-saco” (do que tanto me acusam, aliás), corrupto, chantagista (como alguns e algumas que se acham paladinos da verdade em Peruíbe), se me imiscuísse dentre aqueles que há muitos anos vêm lesando a coisa pública no município, eu estaria hoje, ou milionário, ou morto.

Também nunca tive medo de confessar que devo, quando devo e a quem devo. E passo as agruras que passa todo aquele que se vê, vez ou outra, em momento em que R$ 10,00 fazem falta, quanto mais R$ 50,00! Logo, não sou um imbecil que expõe a público que come lagosta nos melhores restaurantes de Guarujá, ou que bate na mesa com um cassetete enorme fazendo crer que só os outros é que merecem o “pau na lomba”, ou que se empluma por fazer parte dos quadros daqueles que servem aos prebostes, ou que se acha melhor que seus pares na Câmara só porque oriundo da boa terra de Jorge Amado e de Caymmi.

Pelo que se vê e nota, o cancro de Peruíbe não tomou conta só dos prepúcios e gretas dos poderosos e poderosas de plantão. Está também na plebe, nos plumitivos, e nos bobos-da-corte. Da corte de ontem e de hoje.

Mas bobo por bobo, bobo também sou eu. Sim, porque, ainda que meus dedos teimem em atender a revolta de meus sentimentos interiores em momentos de aflição financeira, o meu coração continua bonachão, tão grande quanto minha barriga. E, consoante isto, sofro o saber que tem muita gente que, sabendo dessa minha bondade perenal, vai continuar querendo ficar contemplando meu traseiro peludo, e alguns até, sem a menor cerimônia, haverão de querer também passar a mão! E por ser assim é que não consigo guardar rancor ou mágoa de ninguém. Muito menos ódio ou ranço. E isto vale também para aqueles pelas mãos dos quais cheguei a ser metido em prisão, ou mesmo daquele que, abusando de sua autoridade policial, me agrediu fisicamente dentro da delegacia em tempos há muito já ido (“Quem bate esquece…”).

Sei que tem muita gente que me odeia em Peruíbe. Mas folgo porque em Peruíbe tem minha mãe que gosta de mim. Ela e meus irmãos. Eles e meus filhos. Estes e não mais que meia dúzia de amigos. Estou contente por estes. Estes me bastam! Deus os preserve e guarde. Mas, como ensinou Jesus Cristo, rogar a Deus por estes meus amigos é fácil. Rogar por aqueles, pelos inimigos, pelos que não gostam de mim, é complicado, deveras. Mas eu aprendi a amá-los também. E, na sinceridade do meu coração é que eu peço a Deus também por aqueles que me odeiam, e também pelos que me devem e não me pagam, por querer ou não querer.

Que este mesmo Deus tenha piedade de Peruíbe e do seu povo. Até porque o antibiótico capaz de debelar a peste que já tomou conta de mentes e corações de muitos em Peruíbe, só mesmo o Farmacêutico Supremo para ministrar! Kyrie Eleison!

Washington Luiz de Paula

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