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A dengue que ainda não me pegou… ainda!

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Ando um tanto quanto estupefato com essa onda de alarmismo barato, e aproveitamento político dos mais vis que estão fazendo com o sofrimento do povo de Peruíbe que, vitimado por uma crise sem precedente de acometidos pela dengue, não tem conseguido uma resposta de atendimento, internação e medicação nas unidades de atendimento médico da cidade.

Fala e escreve aqui quem ainda não experimentou passar por este mal que requer cuidado, não por estar morando em São Paulo (no prédio onde moro há pelo menos uma pessoa doente de dengue, e assim me parece estar sujeito a me ver “dengoso” de uma hora para outra também), e não quero que me digam logo o chavão de que “falar é fácil”. Não! Até porque dos meus que estão em Peruíbe, sejam parentes ou amigos, boa parte deles está ou já esteve com dengue. E todos eles, ricos ou pobres, foram atendidos, e muito bem atendidos pelos profissionais de saúde de Peruíbe que servem na mais que bendita UPA. (Ah, não fosse ela, ainda que precária!).

O sensacionalismo em cima da desgraça alheia, entanto, me enoja, a ponto de não saber o que me seria pior, se uma dengue hemorrágica, ou ter que ficar vendo a ineficácia de uma mídia tendenciosa – e de resto políticos incompetentes que nunca souberam fazer política senão se aproveitando deste frágil e nevrálgico sistema de saúde pública que, no Brasil, é de sobejo estar para lá de falido. Vejam e releiam o que eu disse: No Brasil!

Pois é. No Brasil! E a culpa não é da Dilma Rousseff, não! Assim como a falência da saúde pública em São Paulo não é culpa de Geraldo Alckmin. Assim como a culpa pela ineficiência do atendimento de saúde em Peruíbe não é culpa de Ana Preto, assim como não era de Milena Bargieri, quando seus algozes à levaram ao Fantástico para dizer do roubo que acreditavam perpetrar-se no sistema de saúde municipal em 2012.

De quem é a culpa, então? A culpa é do sistema. O sistema de saúde pública no Brasil é falido, e remonta a governos bem anteriores aos pós-adventos do PSDB e/ou PT.

Se houve um tempo em que o sistema de saúde público funcionou direitinho foi aquele em que, para você ser atendido no hospital ou pronto socorro municipal, você tinha que mostrar sua carteira profissional assinada atestando ser você um trabalhador e contribuinte do então INPS, que era a previdência que bancava os altos custos do sistema. Para o governo da época, o entendimento era de que, se você não trabalhava você não precisava do serviço público. A dedução era de que você era rico. E ponto.

Pois bem. O sistema mudou. A população aumentou. Os problemas de saúde aumentaram em razão de ausência de política de prevenção eficaz, de política de saneamento básico para todos, e por conta do elevado índice de problemas de saúde resultantes do uso indiscriminado de bebidas alcoólicas, fumo e entorpecentes, além de acidentes resultantes do incrível aumento da frota de veículos automotores entregues como verdadeiras armas nas mãos de pessoas pouco ou nada preparadas. E isso sem contar a criminalidade, esta verdadeira epidemia nacional que coloca o Brasil no quadro dos países que vivem no cotidiano uma guerra civil instalada, embora não declarada.

Logo, qualquer cidadão ou cidadã que tenha o cérebro em seu perfeito lugar dentro da cachola pode discernir entre o que seja boa intenção e aquilo que não passa de falácia e engodo por parte daqueles que já mostram não saberem fazer outra coisa que disseminar o ódio, aumentando desproporcionalmente um problema como se ele fosse único e exclusivo de Peruíbe.

Agora pouco recebo o testemunho de um ex-vereador e homem forte de pelo menos dois governos anteriores a este que, acometido de dengue das mais bravas, procurou uma clínica particular de Peruíbe, receoso de que tudo o que vociferam os algozes da administração municipal fosse realmente verdade, e lá foi informado que o tempo de espera para ele – e mais umas 120 pessoas que aguardavam desesperadas por atendimento particular – seria de uma hora e meia pelo menos. E já adiantaram: resultado de exames comprobatórios da dengue, somente em quatro horas! Não suportando as dores e o mal-estar, ele correu para a UPA, onde foi atendimento em meia hora, não esperando mais do que outra meia hora para o resultado do exame que atestava que ele estava mesmo com dengue.

Bem, dai você me dirá que isto aconteceu porque se tratava de um ex-vereador. E eu respondo que não. O mesmo atendimento satisfatório tiveram todos os meus irmãos que tiveram que ser atendidos da UPA de Peruíbe também comprovadamente com dengue. Mas ainda assim me dirão que foi porque eram meus irmãos. E eu respondo novamente: não também!

Das centenas de casos de dengue contabilizados em Peruíbe – inclusive do caso que tomou de assalto o próprio protagonista do principal programa de TV de Peruíbe –, não é possível que 100% estejam insatisfeitos com o atendimento médico-hospitalar que tiveram. E a dúvida para a crueldade com que fazem uso da imparcialidade encontra respaldo em não mais do que dois ou três rostos – alguns até que acentuadamente maquiados – que fazem questão de aparecer na telinha para esbravejar porque não foi bem atendimento, ou não foram satisfatoriamente atendimentos.

Lógico que os que lhes aconteceu e denunciam, é bem possível mesmo que tenha mesmo acontecido. Se mentissem usando de estados doentios de seus parentes ou próximos, seriam estes bem piores que aqueles que, ávidos por audiência, não são sequer capazes de confessar, diante da tela da TV, que, em que pese este ou aquele problema individual que denunciam, há também testemunhos a serem levados ao ar daqueles que foram bem atendimentos, e já se encontram curados. Inclusive ele.

A dengue é um problema crônico de saúde pública. Mas é um problema de educação. E a educação é de todos, vem de berço. Se não se a tem, o problema gerado evidente que não é do administrador público. Afinal, não estão Dilma Roussef, Geraldo Alckmin e Ana Preto naquela piscina abandonada, naquele pneu que está jogado em seu quinta, nos vasos de plantas que acumulam águas, nas caixas d’águas abertas a céu aberto, no lixo que você joga nas ruas e deixa acumular nos bueiros, valas, córregos e regos que você tem ai bem pertinho de você.

Washington Luiz de Paula

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