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Enquetes – Uma explicação necessária para o Exército da ‘Brancaleone’

A série de enquetes que eu recomeço a publicar neste blogue a partir do último dia 19 está provocando algumas polêmicas e reações, notadamente advindas de fakes e de sua comandante-em-chefe – aquela que chefia o “Exército de Brancaleone peruibano”.

De plano não deveria nem dar bola, nem me incomodar. Afinal, não quero aqui me nivelar a covardes que se escondem atrás de um nome falso para atacar seus desafetos. Mas, por procurar ser justo, principalmente para com as centenas de pessoas que me prestigiam visitando meu blogue – fruto de meu trabalho regular hoje – é que registro aqui esta explicação.

Existe muito de despeito nestas intervenções criminosas e anônimas, o que, por serem anônimas e apócrifas, elevam ao cubo a natureza e a gravidade dos crimes da difamação, da calúnia e da injúria que estes fakes cometem.

Os da classe política de Peruíbe que me conhecem bem sabem que coleciono todos os defeitos deste mundo, menos o da promoção da chantagem e o de promover gravações às escondidas para depois usar isso para auferir resultados financeiros nunca – evidente – confessáveis. Tão pouco me olvido ou me escondo por detrás de um perfil falso nas redes sociais para atacar meus desafetos políticos, que eu os tenho também, como qualquer um tem. Não sem razão, portanto, que meu mote ao longo destes quase 40 anos que milito na política e nos jornalismo peruibense é este que intitula meu blogue: “O que escrevi, escrevi”.

Mas o que estes fakes e sua comandante não conseguem explicar é como é que, mesmo eu estando por quase um lustro longe de Peruíbe, e vivendo na Capital, os políticos de Peruíbe – de todos os matizes – têm prazer em subir a São Paulo para, entre um lauto almoço nos melhores restaurantes paulistanos, ouvirem aquilo que tenho para lhes dizer sobre o que e como devem se conduzir na política peruibense. E mais: pagam-me por isso. E bem!

Para estes inescrupulosos que nunca moveram uma palha para a promoção de uma cidade melhor, alguns sequer pagando seus impostos como dever de todo cidadão e cidadã, é inexplicável que o meu principal desafeto político hoje tenha me procurado para que eu fosse o “ghostwriter” do livro que ele escreve sobre a vida dele. E tenha consentido em me pagar uma pequena fortuna para que eu trouxesse a lume suas ideias sobre seu livro.

Se isto, mais o fato de que mais de meio milhão de pessoas já visitarem meu blogue ao longo destes últimos quatro anos, não é credibilidade, eu não sei o que é credibilidade.

Consoante às enquetes – retomando o tema destas linhas – o conceito central das mesmas é procurar um consenso dentre os vários nomes que têm se apresentado, direta ou indiretamente, para concorrer à prefeitura de Peruíbe em 2016.

Evidente que nem todos virão a serem candidatos. Nem todos quererão sê-lo. Mas seus nomes estão ai, correndo à boca-pequena, para vontade de alguns, desejo de outros, e bem-querência de outros ainda.

São 21 os nomes apresentados hoje, e que desfilarão pelas enquetes, a saber: Alberto Sanches Gomes (Dr. Alberto), Alex Matos (Alex Matos), Ana Maria Preto (Ana Preto), Antonio Carlos Caruso (Dr. Caruso), Antonio Claret de Góes (Toninho Góes), Benedito Marcondes Sodré (Sodré), Claudete Andreotti (Boca de Rua), Cristen Charles (Na Mira!), Damares dos Santos Oliveira (Presidente do PT), Emer Elias Abou Jaoude (Emer), Gilson Carlos Bargieri (Gilson Bargieri), José Ernesto Lessa Maragni Jr. (Zeca da Firenze), Julieta Fujinami Omuro (Dra. Julieta), Luiz Maurício Passos de Carvalho Pereira (Dr. Luiz Maurício), Maria Onira Betioli Contel (Onira), Mário Omuro (Mário Omuro), Milena Xisto Bargieri Migliaresi (Milena), Nelson Gonçalves Pinto (Nelsinho do Posto), Plínio Melo (Mongue), Ricardo Corrêa dos Santos (Vereador Ricardo) e Wanderlei Abrahão de Paula (Wanderlei de Paula).

Como dito, outros poderão passar a fazer parte da lista acima. O diferencial das enquetes, no entanto, está na colocação dos nomes sendo confrontados dois a dois como se fossem somente os dois candidatos. Em outras palavras, se você fosse levado a escolher dentre dois, quais dos dois escolheria? Por conseguinte, você pode votar em todas as enquetes, sempre escolhendo um dentre dois. Um complexo sistema de apuração vai somar todos os votos que cada pré-candidato obteve, e dar-lhe o percentual diante do total de votos dados em todas as enquetes, e então ter-se-á apurado aquele resultado parcial que vem sendo publicado ao longo dos últimos dias  e que, até aqui, para desespero de alguns, têm apontado o ex-vereador Alex Matos como preferido.

O gerenciamento das enquetes é feito por um poderoso plugin da plataforma WordPress, em que se baseia o meu blogue. Este plugin – o WP-Polls – permite que sejam dados apenas um voto por sessão do navegador, desde que o IP da máquina (computador) em que o voto é dado seja dinâmico. Se o IP for estático, não será possível votar mais de uma vez. Se for dinâmico, basta reiniciar a máquina, apagar os cookies, que será possível votar novamente.

Evidente que o sistema não é perfeito, e nem tem o condão de sê-lo. Como dito, as enquetes não são pesquisas e, portanto, não têm caráter científico. Mas, se por um lado mesmos as pesquisas dos mais renomados institutos vez ou outra recebem denúncia de manipulação, estas enquetes (ou seus resultados) não serão manipulados. Eu garanto!

E a garantia é esta: se tivesse que fazê-lo, fá-lo-ia em benefício de meu irmão Wanderlei de Paula, que não esconde ser pré-candidato a prefeito em 2016, e nem tão pouco colocaria nas enquetes nomes pelos quais tenho verdadeiro asco, por execráveis que são.

Sendo assim, a única maneira de você – e não eu – “manipular” as enquetes é votando nos seus preferidos, ou escolhendo o outro que se contrapõe àquele nome de quem você não gosta de jeito nenhum.

Faça como meus leitores – dentre eles todos os fakes que não resistem à tentação de dar uma passadinha por meu blogue pelo menos uma vez por dia, aumentando assim minha histórica credibilidade politica e jornalística em Peruíbe – e votem vocês também. Como votar? Basta clicar em uma ou em todas as que você pode ver neste link.

No mais, um Feliz Natal a todos os filhos de Deus que me seguem nas redes sociais, e também aos fakes – estes filhos do Diabo!

Washington Luiz de Paula

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