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Desabafo – Deixem-me em paz!

Acordo nesta segunda-feira com o pensamento em Deus, rogando por forças para o desafio de mais uma semana, depois de um final de semana abençoado, cantando e regendo o coro da IBCSA na PIB Jardim das Imbuias no sábado, e, no domingo, na própria Central.

Antes do rogo, porém, o agradecimento. É sempre importante agradecer. A Palavra diz que “Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus”, (cf. I Tes. 5.18). E a vida é um dom maravilhoso que Deus nos deu de graça. Só por temo-la já temos motivo para agradecer. Obrigado, Deus!

O mais a gente vai levando (no bom sentido, evidente). Trilhando como gostam de dizer os irmãos.

Oxalá fosse assim. Só isso. Simples, assim. Eu, minha família, os amigos, aqueles que me querem bem, todos torcendo por mim, e todos fazendo cada qual alguma coisa para me ajudar, assim como eu a eles, ainda que fosse uma prece. Lamentavelmente, porém, não é assim. E eu acordo nesta segunda-feira já colhendo informações de que os meus desafetos novamente estão buscando preencher o seu ocioso tempo comigo, como se eles prazer nenhum outro tivessem que o de se ocupar falando de mim, de meu trabalho, do que sou, do que deixo de ser, do que vou ser etc., e tal e coisa.

O assunto do momento é o da minha “demissão” da prefeitura por conta do uivante discurso proferido pelo meu parente glacial, vereador André Luiz de Paula, na sessão da Câmara da semana passada que discutiu o aumento da alíquota do IPTU de não sei quanto para não sei quanto. Sim, eu sei o que é IPTU, mas não sei quanto é agora o índice e nem para quanto vai; não sei se sobe ou se desce, até porque eu não tenho imóvel e, não tendo, que me importa isso? Mas a tal “demissão” houve ou não houve os fakes e os loucos e as loucas que vêm de substituir o saçarico privado por horas e horas gastando a ponta dos dedos nas redes sociais tem se perguntado – e alguns até perguntado a mim diretamente?

Bem, repetindo Altemar Dutra, eu responderia cantando: “Se houve ou se não houve alguma coisa entre eles dois, ninguém soube até onde explicar”. E tanto a resposta quanto a pergunta nos remetem para aquele famoso longa metragem que fez sucesso quando nós éramos criança: “A Volta de Quem Não Foi”.

Mas eu não estou com clima para suspense, entrementes. Por isso digo em alto e bom som: NÃO FUI DEMITIDO! Não fui e nem poderia sê-lo. Sim! Como sê-lo se nem empregado ou contratado era? Alguém ai pode explicar isso? Houve uma Portaria publicada no BOM da qual eu devesse ter tomado conhecimento? Há um contrato de trabalho vigendo de quando também não me chamaram para apor assinatura?

Evidente que não tenho que dar satisfação a ninguém de minha vida. Não gosto de fazê-lo nem para minha esposa, companheira de 30 anos, fá-lo-ia para esses excrementos da sociedade que em nada contribuem para o progresso da cidade que dizem querer bem e amar? Ora, meus senhores e minhas senhoras, vão ver se eu estou na esquina, e aproveitem para perguntar se eu lhes empresto cem pra pão, mas já saibam a resposta: não empresto, nem dou! Deixem-me em paz!

Senão, me expliquem porque me dão tanta importância assim a mim e a meu trabalho? Como explicar o fato de vocês se importarem tanto comigo ao mesmo tempo em que nem uma palha vocês movem para me ajudar a manter este meu trabalho – sim! MEU TRABALHO! Por que não?

Estou em campanha pelos três anos de atividades de meu blogue. Estou pedindo a esmola de R$ 10 de cada um dos meus “admiradores” e “admiradoras”. Sabem quando recolhi até agora? Nada! Nem um tostão! Querem saber? Vão catar coquinho de brejaúva, pelados!

Para quem não sabe, minhas despesas correntes hoje giram em torno de R$ 4.000,00 mensais. Só no aluguel ficam R$ 1.600,00. É mole ou querem mais? Pois é. Vocês imaginem quem é que banca isso, se a aposentadoria de minha esposa não dá nem para pagar esse aluguel? Quem? Quem? Quem? O tonto aqui! Eu! Coisa que – aliás, faço com grande alegria e vontade de vencer, todo dia, de domingo a domingo, das sete da manhã à meia noite. Todo dia!

De Peruíbe eu tenho colaborações esporádicas que vêm de fontes que se contam nos dedos de uma só mão. Dos vereadores apenas dois (Zeca da Firenze e Ricardo Corrêa) acham importante fomentar meu trabalho mandando pequena contribuição regular. Pequena, mas muito importante, e que é de grande ajuda! Do comércio, dois empresários (Toninho Góes e meu irmão Wanderlei) mandam contribuições simbólicas e nada regulares, mas que também, quando vêm, são de importância capital. Dos amigos, Zé Alves é o único que lembra que eu existo. Por último, não menos, mas também não mais importante, a prefeita Ana Preto faz questão de renovar a ajuda que o pai dela sempre fizera questão de me mandar quando vivo.

Em todas estas ajudas que, somadas, dão-me um pouco de sossego, não há cláusulas, não há cobrança, não há faça isso ou não faça aquilo. Não há obrigações. São contribuições espontâneas. Eu faço o que quero. Escrevo o que quero. Publico o que quero. Parafraseando Descartes, diria que “Escrevo, logo existo”; ou invocaria o drama operístico “La Boheme”, de Puccini, para lembrar a ária “Che Gelida Manina”, em seus versos: “Che cosa faccio? Scrivo. E come vivo? Vivo!”. Simples como deve ser a vida.

Talvez seja isso que desperte tamanha “preocupação” (leia-se “inveja”) nesta gente que mais não tem o que fazer que ficar futricando a vida alheia. Talvez não tenham a facilidade no trato com as palavras que eu sempre tive, seja em prosa ou em verso, e por isso se arremetam contra mim como se o que faço ou deixo de fazer alterasse o rumo da história de uma cidade e seu povo que ainda não souberam se livrar dos aguilhões que os prendem junto às hostes do mal. Só Jesus Cristo salva! Amém e amém! Aleluia!

Mas, ei você ai! Não quer me dar um dinheiro ai? Não quer me ajudar? Então não me encha o picuá! Cuide de sua vida e de seu nariz que daqui de São Paulo consigo enxergar a meleca que, de tanto acumulada, já lhe turva a visão e a razão.

É só? Ou será que vocês querem que eu publique todo mês meu extrato bancário para vocês checarem que a prefeita vai continuar me ajudando ou não? Mamãe está boa? A irmãzinha também? E a cunhada? E a prima? Estão todos bem? Digam que mandei um beijinho!

Washington Luiz de Paula

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