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O “Lends Picantis” que me arde e o “Q’Sucus Est” do vereador André

Imagem SINTAEMARecuso-me peremptoriamente a acreditar que meu primo de quinto grau elevado à quarta potência, insigne edil André Luiz de Paula, tenha usado de uma matéria velha de meu blogue com o fito de me prejudicar. Se não fê-lo propositadamente, fê-lo, e em o tendo feito, me prejudicou, senão para seu próprio orgasmo político-eleitoral, mas ao menos para gáudio de meus desafetos políticos – e pessoais – de Peruíbe e em Peruíbe, que não são poucos.

Gilson Bargieri está se rindo neste momento. Ele e todos os seus asseclas que, na sua maioria, têm prazer em sentar-se no trono da covardia, escondendo-se atrás de perfis falsos do Facebook para vilipendiar, denegrir, atacar sorrateiramente as pessoas que não lhes agradam, notadamente aquelas que lhes fizeram perder as eleições, em 2004 e agora, em 2012.

A tocaia lhes é o instrumento vil que usam por duas razões simplórias: a primeira é porque sabem que se forem descobertos, não haverá quem lhes socorram, nem seu próprio mentor e patrão, e terão que se virar por si para arcar com ônus jurídico de uma ação por danos morais, materiais, além das cominadas por calúnia, injúria e difamação. A segunda é porque eles mesmos não conseguem esconder que gostariam mesmo é de serem contemplados com uma portariazinha qualquer, mesmo no atual governo. Afinal, dinheiro é bom, e todo mundo gosta. Inclusive eles!

Não é a primeira vez que eles promovem e usam desse ardil para me prejudicar.

Em 1996 quando Gilson Bargieri foi impiedosamente expulso do PSB às vésperas das eleições daquele ano, por seu hoje amigo de quatro costados, deputado Márcio França (que à época tornara-se seu inimigo voraz), eu atendi pleito do então vereador Jairo Costa e apresentei Gilson ao então ainda inocente deputado Valdemar Costa Neto, “dono” do antigo PL, hoje PR. O Partido Liberal foi a tábua de salvação de Gilson naquele ano para que suas hoje conhecidas pretensões e interesses fossem levadas a efeito. Pelo meu grau de amizade com Valdemar, eu estava cotado para ser seu assessor na região. O salário era bom e me interessava bastante. Mas, quando menos dei conta, a cobra que criei me mordeu o calcanhar, e o deputado me virou as costas e nunca falou comigo (se bem que hoje até que dou graças a Deus por isso, pelas razões de sobejo conhecidas de todos). O assessor acabou sendo um amigo de Gilson, vereador em Juquiá.

Em 1999 eu era assessor do empresário José Pereira de Melo. Tinha um bom salário, e gozava de mordomia que fazia inveja a muita gente na cidade. Dr. Melo pretendia ser candidato a prefeito, e eu o orientava que o fosse em 2004, e pedia a ele que decidisse por si mesmo escolher quem apoiaria em 2000, se Gilson Bargieri ou Dr. Alberto. Como sabia de minha aproximação de amizade com Dr. Alberto, Gilson tratou logo de “queimar meu filme” com Dr. Melo. Certo dia, durante um jogo do time de basquetebol feminino, cujo time internacional de Peruíbe era sustentado pelo Dr. Melo, no Ginásio de Esportes, de repente sumiram os dois: Gilson e o próprio Dr. Melo. Preocupado com a segurança do empresário que costumava andar com muito dinheiro consigo, sai a procura-lo, e eis que vi os dois saindo do meio da escuridão detrás do ginásio. Volúvel e intempestivo, Dr. Melo nem me olhou mais. Naquele dia fui demitido. Gilson e Carlos Bex (hoje servindo no gabinete da atual prefeita), que tinha um quiosque na praia, e que outra coisa não sabia fazer do que promover “futebol de sabão” à época, fizeram a cabeça de Dr. Melo. Como resultado disso, meses depois, perdi a casa que comprara com a ajuda do próprio Dr. Melo.

Não vou falar aqui do nebuloso caso de minha injusta prisão em 2004, passadas as eleições, quando eu vinha do Paraguai, onde fora comprar um computador. Eu teria que envolver outros nomes que estavam abraçados com Gilson à época e que hoje também estão no gabinete da atual prefeita.

Mas isso tudo é passado. Já venho de me acostumar a isso.

O que me preocupa é tentar entender por que é que meu parente muito distante teria usado de uma matéria que foi publicada neste blogue em fevereiro de 2011, e citando um relatório de 2009 da Revista Eletrônica Consultor Municipal como arma para defender suas ideias contra o tal aumento da alíquota do IPTU que tem sido motivo de tanta tempestade em copo d’água em Peruíbe nos últimos dias, fazendo questão de vociferar tratar-se de “matéria do jornalista Washington Luiz de Paula”, dando-me a importância que ele mesmo não reconhece; reconhecesse, contemplar-me-ia com um anúncio de sua empresa pelo menos; ajudar-me-ia a manter meu trabalho, enfim.

Seus brados reverberaram como dúvida e como saciar da sede de vingança no plenário da Câmara ontem à noite. Aqueles que lá estavam e são meus amigos, colaboradores e admiradores, perguntavam-se por que é que eu estaria “alimentando” a oposição com estas informações vez que não escondo meu incondicional – e modesto – apoio ao atual governo, e que sou a favor dessa revisão de impostos, assim como sou a favor que haja uma política de cobrança mais severa para os maus pagadores. Já os meus algozes gozavam pelas ventas, porque sabiam no que aquele discurso inflamado do vereador-corretor-arquiteto daria.

O vereador até que chegou a mencionar que a matéria (veja neste link) era de 2011, mas omitiu que a prefeita à época era Milena Bargieri e não Ana Preto, e que o relatório era resultado de pesquisa feita em 2009, primeiro ano de Milena, que tal e qual Ana Preto, que agora assume o ônus deixado por Milena, assumia ela, em 2009, o ônus deixado pelo desastre que foi o único ano da administração Julieta Omuro, que conseguiu, em um ano, destruir o sonho e o trabalho de três anos do quase mártir José Roberto Preto.

Para tentar manter o humor depois de ter me ferrado, lembro uma historieta que meu falecido pai contava. Dizia ele que lá no sul do Paraná, em seu tempo de criança, quando e onde mais valia a “lei do colt cavalinho”, quando eles pegavam um ladrão desses vagabundos, eles o obrigavam a colocar o produto do roubo numa carroça – geralmente roupas de varal – e a sair desfilando pela rua gritando: “Sou ladrão de roupas! Sou ladrão de roupas!”.  Certa vez pegaram um que, de tão malandro, usava do ardil de falar bem baixinho o “Sou ladrão de”, para gritar depois: “Roupa!”, que logo todos pensavam tratar-se de um mascate, um vendedor de roupas.

André de Paula ontem foi um desses “vendedores de roupas”. Quem comprou, comprou. Mas que saibam desde logo: a roupa, mesmo rota, esfarrapada, puída, com alguns anos de uso, ele a roubou de mim!

Gilson Bargieri agradece. As crianças aqui em casa também.

Washington Luiz de Paula

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