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Ana Preto não é José Roberto Preto. Definitivamente.

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Quando estive conversando pela primeira vez sobre a campanha deste ano com o Paulão (Paulo Henrique Siqueira, mentor e coordenador da campanha de Ana Maria Preto, PTB), em fevereiro deste ano, ele já havia me advertido: A Ana não é como o pai.

Ele dizia isso no sentido econômico e financeiro da palavra. Mas também no sentido pessoal. Nos três sentidos.

Não que José Roberto Preto fosse um perdulário. Não era. Se fosse, não teria construído o império que construiu. Mas José Roberto Preto, porque não “passou pela vida em brancas nuvens, e em plácido repouso adormeceu” e porque sentiu na pele o “frio da desgraça”, porque “passou pela vida e sofreu”, era humano.

As histórias são muitas do estado de humanidade e de solidariedade de José Roberto Preto. Dr. Alberto Sanches Gomes (ex-prefeito) conta que certa feita andava com ele em seu carro blindado de R$ 600 mil, quando uma mulher revirando o lixo chamou a atenção do empresário que viria a se tornar prefeito de Peruíbe. Ele parou o carro, deu a marcha-a-ré, desceu do carro, enfiou a mão no bolso e deu uma nota para a mulher, nota essa que dificilmente não seria de R$ 100. Assustado, Dr. Alberto disse a ele que a mulher não estava revirando o lixo para buscar comida, mas estava catando latinha de alumínio para vender. E ele simplesmente respondeu que não conseguir ver alguém naquela situação e não parar para ajudar.

Doutra feita ele estava na feira de domingo e viu um menino de pés descalços. Perguntou ao menino se não tinha nada para abrigar os pés do chão. Diante da negativa do menino, pegou-o, entrou na Snob Calçados (que fica ao lado da feira), e pediu para a moça vender logo dois pares de tênis para o menino. A moça – evidente e até por instinto – pegou dois dos pares mais baratos da loja. Seu José tirou cinco notas de R$ 100 do bolso e deu para a moça: “Isso dá para pagar os dois tênis?” (uma só nota pagava, e ainda sobrava troco).

Uma senhora que estava desempregada, cujo marido ficara paraplégico num acidente, e que vivia dos quitutes e doces que fazia para os filhos venderem na praia lá no Guaraú, não se cansava de incomodar o Guedes (Manoel Reis Guedes, então vereador e amigo de José Roberto Preto) pedindo a ele que intercedesse junto ao Seu José para que este lhe arrumasse um pouco de cimento, bloco e areia para reformarem o casebre onde moravam e que já ruía aos pedaços. Guedes, com medo de aborrecer Seu José, pediu à mulher que falasse com uma das empregadas da casa de José Roberto Preto lá no Guaraú, e esta acabou conduzindo a solicitação daquela pobre e batalhadora mulher para o empresário.

Qual não foi a surpresa de Guedes ao passar diante do “casebre” da mulher, semanas depois, e ver que ele estava todo reformado. Seu José mandara simplesmente praticamente construir uma casa nova para ela!

Destes três exemplos que não custaram mais que a boa-vontade de José Roberto Preto, e o seu alto espírito cristão, todos tiramos lições preciosas. Todos nós. Se não tiramos, devemos tirar. Todavia, ao que parece, sua própria filha primogênita não tirou proveito destes ensinamentos de vida e de luz.

Paulão me dizia, para exemplificar e me antecipar do grau de dificuldades que teria com Ana Preto em sua campanha no tocante a esta questão de dinheiro, que, se alguém pedia alguma coisa para Seu José, ele mandava comprar logo uma caixa e entregar para a pessoa para que ela se sentisse logo bem satisfeita, e não tivesse mais do que reclamar. Com Ana, se alguém pedisse alguma coisa, ela mandava comprar meia, e ainda assim mandava dividir com dois ou três no afã de contemplar mais gente, não obstante todas ficarem insatisfeitas. Se Gilson Bargieri tivesse sido professor, diria que Ana Preto foi aluna dele.

Na megalomania própria dos arrogantes e presunçosos, Paulão recebera a ingrata incumbência de arregimentar o maior número possível de pessoas, de partidos, de jornais, de mídia, de candidatos, e do que mais fosse ao redor da candidatura que ele, Paulão, propusera e incentivara, e que ela, Ana Preto, terminou por abraçar com a teimosia da criança que abraça a sua primeira boneca e dela não quer mais largar.

Na oportunidade Ana estava nos Estados Unidos, e Paulão começou sua empreitada com a coragem do titã. Já sabia ele naquela época que Ana Preto ou não tinha ou não disporia um tostão que fosse para sua campanha? Se não sabia, foi logrado também ele por uma promessa ainda que enrustida num patrimônio milionário herdado por ela – e pela família – de seu pai. Se ele sabia, foi astuto, ardiloso, valente demais, porque enganou a mim, à direção de 16 partidos, e a 150 pobres almas que acreditaram que Ana Preto, por ser rica, faria também uma campanha rica, tal e qual fizera seu pai em 2004.

Aqui vale um parêntesis para informar aos meus leitores que situação econômica não tem nada a ver com situação financeira, e vice-versa. Mário Omuro declarou possuir bens da ordem de R$ 1,5 milhão, mas se o revirarmos de cabeça pra baixo, dificilmente cairá uma moeda de seu bolso; já Milena Bargieri declarou não tens bens que cheguem a R$ 100 mil, mas com alguma certeza tem um dinheirinho que dá para comer um pastel ali na praça cheia de anjos que ela construiu. Logo, não seria de se estranhar que Ana Preto tivesse declarado um patrimônio de R$ 18 milhões (o que a torna economicamente rica), mas que de repente não tenha mais que os R$ 40 que eu tenho no banco hoje (o que a deixa financeiramente pobre).

O que deduzimos agora, a pouco mais de dois meses das eleições é que Ana Preto não vai mesmo tirar de sua parte da herança mais do que aquilo que já gastou até aqui que, segundo dizem, já foi bastante para a paciência dela. E da herança da família, muito menos. Até porque, tal e qual a família não queria ver seu chefe envolvido em política (e ninguém pode afirmar que não foi por causa de tanto respirar o ar infecto do gabinete de prefeito que acabou sofrendo o agravo de seu problema de saúde que o levou à morte), parece que agora também seus familiares pouco ou nada satisfeitos estão com esta teimosia de quem, no dizer de Gilson Bargieri, parece querer fazer de Peruíbe um “castelo da Barbie”.

Ora, se em política também os fins justificam os meios, a grande preocupação que deve tomar de assalto a todo cidadão peruibense que quer bem a cidade é isso, e só isso: Se Ana Preto não é José Roberto Preto naquilo que é essencial ao ser humano, acaso poderia ela vir a ser ao menos uma parcela do competente prefeito que foi seu pai? Quanto tempo demoraria em que ela se aborrecesse com seu novo passatempo para acabar entregando o governo para alguém próximo – seria o próprio Paulão? – como José Roberto Preto fez ao desastradamente confiar em José Carlos Rúbia de Barros, o seu fiel escudeiro Carlinhos? Ou será que nos surpreenderia ela ao mostrar que dos seus tempos de patricinha aprendeu bem mais do que pode imaginar a nossa vã filosofia, vindo a fazer assim melhor governo que o de seu próprio pai?

Está estabelecido o risco. Toda eleição é um risco. Toda eleição temos a tendência de apostar no novo, e nos surpreendemos, e nos decepcionamos. A eleição é uma bebedeira cuja ressaca custa quatro anos para passar!

Em termos práticos, o que resta para os 150 candidatos que correm perdidos pelas ruas iguais cachorros caídos do caminhão de mudança, ou que estão a dar trombadas uns nos outros no comitê eleitoral de Ana Preto em busca do valezinho de combustível, dos minguados santinhos? Só esperar. Esperar, ouvir e decorar a música que o cover de Tim Maia canta de Chico Buarque: “Pedro pedreiro penseiro esperando o trem, que já vem, que já vem, que já vem… para o mês que vem”, e que vem sim, mas só “para o bem de quem tem bem”; para “quem não tem vintém”, não!

Saudades da organização da campanha de José Roberto Preto em 2004, com André Santana, Paulo Siqueira, Weber Laganá, Silvio Siqueira, Valmir (Octopus), e outros, dentre os quais eu o menorzinho, mas que era uma equipe que ganhava e recebia – e ganhava e recebia bem! – para cumprir a tarefa para o qual foi chamada: a de eleger José Roberto Preto prefeito. E elegemos!

A campanha de Ana Preto, do que ouço de meu exílio voluntário aqui em São Paulo, me soa como aquela nau que trazia os escravos desde a África para o novo continente. Há 150 valorosos remadores e remadoras. No timão, Paulão lutando contra as ondas bravias que batem a bombordo e a estibordo. Do seu camarote, uma voz ressoa autoritária: Remem! Remem! Remem!

Chega o barco inteiro e a tempo de celebrarem o 7 de outubro?

Washington Luiz de Paula

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