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86 mulheres disputam a vereança em Peruíbe este ano

Da Redação

Se mulher votasse em mulher poderíamos já dizer que a próxima composição do Legislativo de Peruíbe estaria muito mais florida, contando com a presença de pelo menos cinco mulheres no plenário discutindo os interesses e as necessidades do povo de Peruíbe.

É que dos 275 candidatos que estão se apresentando ao eleitorado peruibense com suas propostas – e promessas, para variar – pelo menos 31% são mulheres, o que poderia fazer crer que, dos 15 vereadores, também ao menos 30% destas vagas bem que poderiam ser ocupadas por mulheres.

Mas – infelizmente – todos sabem que as coisas não são bem assim. Aliás, quando se fala de união de classes, de gêneros, de bairros, de religião, o “samba do crioulo doido” se estabelece, e o que se vê é que a desunião faz com o que votos se dispersem de tal maneira que fica difícil depois se saber quem é que represente o quê na Câmara.

O que se costuma dizer é que, se fosse tão fácil esta união dos interesses, ou a conjugação pelo coletivo, e não pelo individual, o Caraguava elegeria 10 vereadores, e, de quebra elegeria o prefeito (ou prefeita) do próprio bairro; as igrejas evangélicas teriam pelo menos um terço dos vereadores, e as mulheres, pelas contas de agora, outro terço.

De todo modo a presença da participação feminina no pleito já é de todo salutar. Não só por oferecer um encanto a mais à eleição, mas também porque sabemos que a mulher, como mãe, filha, avó, tem a sensibilidade que o homem não tem o que em si só já seria uma promessa de dias melhores para Peruíbe. Nisso ganha a cidade também por ter no páreo três mulheres como postulantes a prefeita.

“Donas-de-casa”

Com 19 mulheres de profissões declaradas como indefinidas (outros), o destaque ficam para as donas-de-casa que se apresentaram como candidatas em número de 10, empatando com as comerciantes e empresárias (10).

Nove professoras e pedagogas empatam também com nove  profissionais liberais (advogadas, arquitetas, engenheiras, corretores de imóveis e de seguros), enquanto oito profissionais da área de saúde (assistentes sociais, enfermeira, farmacêutica, nutricionista, técnica em biologia e técnica em enfermagem) também são candidatas.

Representantes do comércio em geral, seis comerciárias (auxiliar de escritório, cozinheiras, frentistas, operadoras de computador, vendedoras) e cinco cabeleireiras e manicures também concorrem a uma vaga na Câmara de Peruíbe este ano.

E menor número o meio artístico apresenta quatro artesãs. Quatro também é o número de mulheres aposentadas como candidatas.

Fecham o quadro de candidatas, uma policial civil e uma pescadora.

Participação das mulheres na história política de Peruíbe

Das 12 legislaturas de Peruíbe, desde 1959 quando se emancipou de Itanhaém, apenas quatro períodos não contaram com mulheres no Legislativo municipal.

A primeira mulher a se eleger vereadora foi Josefa Francisco do Nascimento, mas já na terceira legislatura, e que ocupou uma cadeira na Câmara de 1969 a 1972. A mulher era brava. Costumava-se dizer que trazia um revólver dentro da bolsa e, por conta disso, poucos se metiam com ela.

Wilma Carmen Castan foi a segunda mulher vereadora. Ela ocupou uma cadeira na Câmara na quinta legislatura, de 1977 a 1982, e depois na sétima legislatura, de 1989 a 1992. No período em que esteve fora do Legislativo, se elegeu vice-prefeita de Benedito Marcondes Sodré, cumprindo mandato de 1983 a 1988.

Isabel Assako Kobayashi, a japonesinha mais simpática e bonita que passou por Peruíbe, depois de se notabilizar como diretora de Cultura no governo Mário Omuro (1989-1992), foi contemplada com a eleição para a vereança, legislando no período de 1993 a 1996.

No mandato seguinte (1997-2000), duas outras mulheres inauguravam assento duplo no Legislativo: Ana Maria Mesquita (Ana Fiscal) e Apolônia Torrúbia Müller. Ana faleceu antes de terminar seu mandato, e quem o cumpriu foi seu suplente, vereador Jairo Costa.

A era Maria Onira Betioli Contel, ou simplesmente vereadora Onira, começa com a décima legislatura no ano de 2001. Sempre fiel ao seu partido (PT), Onira foi a única mulher até aqui a se eleger vereadora por três vezes consecutivas. Candidata a prefeita este ano, ela encerra em dezembro próximo, com chave de ouro, sua participação como legisladora municipal.

Durante este último mandato também cumpriu alguns meses seu dever como vereadora, a cirurgiã-dentista Nadyr Helena Cardoso Maia, como suplente do vereador César Kabbach Prigenzi, enquanto este serviu o município como secretário de Saúde.

Destaque para as participações das mulheres também no Executivo: Além de Wilma Carmen Castan (vice-prefeita de 1983 a 1988), Julieta Fujinami Omuro cumpriu o último ano de José Roberto Preto (em razão do falecimento deste) como prefeita, no ano de 2008. De 2009 até o presente momento comanda a cidade a advogada Milena Xisto Bargieri Migliaresi, filha do ex-prefeito Gilson Carlos Bargieri.

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