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Onde estão os outros nove?

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Pastor Jairo Ribeiro*

Quero convidar você a abrir a sua Bíblia em Lucas, capítulo 17. Nós vamos ler do verso 11 até o verso 19. Diz assim a Palavra do Senhor:

“A caminho de Jerusalém – Jesus passou pela divisa, entre Samaria e Galileia –, e ao entrar num povoado, 10 leprosos dirigiram-se a ele, e ficaram a pé distante, e gritaram em alta voz: ‘Jesus, Mestre, tem piedade de nós’. Ao vê-los, lhes disse: ‘Vão mostrar-se ao sacerdote’. Enquanto eles iam, foram purificados. Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz. Prostrou-se aos pés de Jesus, e lhe agradeceu. Este era samaritano.”

“Jesus perguntou: ‘Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove? Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus senão este estrangeiro?’. Então, ele lhe disse: ‘Levanta-se, e vá; a tua fé te salvou’.”

Amados, onde estão os outros nove? Queria que você olhasse ao seu redor, dê uma olhada no seu entorno. Eu quero que você perceba. É para olhar mesmo; podem se virar. Onde estão os outros nove? Onde estão os outros nove?

Os outros nove eu não sei onde estão. Alguns podem estar acamados, e estes eu sei onde estão: na cama! A irmã Iolanda queria muito estar aqui com a gente, mas ela está acamada, ainda requerendo muita oração. O quadro clínico dela ainda não está nada legal. Nós temos outros aqui que poderiam estar sendo contados dentre os nove, que estão trabalhando. Estes eu sei onde estão. Mas tem muitos que simplesmente não estão. Mas já que eles não estão eu não quero falar com eles, porque eles não estão.

Jesus quando olhou para aquele samaritano, o coração de Jesus se alegrou, porque Jesus viu que um voltou para agradecê-lo, não que ele fizesse qualquer obra que fosse para receber a gratidão; não! Mas o coração de Jesus se alegrou porque um voltou. E ele voltou e ainda ouviu coisas espetaculares de Jesus: “Vai, a tua fé te salvou”.

Amados, quando nós pensamos na nossa vida, e na nossa relação com Deus, nós temos que nos preocupar como é que anda a minha sintonia com Deus, como é que anda a minha relação com Deus. Eu ando conectado com Deus, ou a minha conexão com o Pai tem falhado de vez em quando? Será que nós temos alimentado um relacionamento e uma ligação com Deus que é 100% de tempo de conexão? Ou tem hora que o Senhor tenta mandar algum recadinho ali no seu Facebook, ou o senhor manda um recadinho no seu celular, e aparece no controle de Deus: este contato não está disponível. Poderia ser assim uma informação do tipo: este contato está entre os nove. Mas você é o décimo. Você é o que veio aqui para adorar, para louvar, para se prostrar diante de Deus!

Anotei algumas expressões que cantamos hoje: “viemos te adorar, ó Senhor”, “louvai a Deus aqui!”. Cadê o amém? Amém! Louvai a Deus aqui! Amém! Cantamos “o céu louva a Ti, toda a criação adora o Rei; Ele é Jesus!”. Amém! Acabamos de cantar: “viemos aqui para adorar, para nos prostrar, para dizer que o Senhor é o nosso Deus”. “Aquele que clamar, será salvo”.

Amados, eu quero compartilhar nesta noite a necessidade de nós termos bem sintonizada a nossa vida de adoração com o nosso Deus. Primeiro eu quero discutir a questão de que se nós buscarmos uma vida de adoração, nós perceberemos as necessidades que nos cercam. O texto diz: A caminho de Jerusalém, Jesus passa na divisa entre Samaria e a Galileia, e ao entrar numa aldeia, ele se vê cercado por um grupo de leprosos. Ele percebe a necessidade que aquela gente tem. “Ser cercado” – é o modo de falar – por um grupo de leprosos, não é bem do jeito que a gente pensa: apareceu lá: ô Jesus, ajuda. Não! Nós não fazemos ideia do que é viver uma vida como aqueles leprosos viviam.

Um dia desses, eu vi uma imagem, um videozinho. Eu não sei até onde isso procede. Até tentei alguma informação, mas não consegui. Eu vi um vídeo em que havia um grupo de leprosos que ficava num buraco. Num buraco! E ai as pessoas que ajudavam aqueles leprosos, elas iam até aquele buraco, e colocavam, como se fosse um, quando tira água do poço, e ai colocavam numa madeira algumas coisas: comida, roupa, enfim, e lá tinha uma bonequinha que era para um determinado homem, e ali estava escrito: de sua filha, Sarah. E ali eles põem aquela bonequinha, descem aquela madeira, ai os leprosos se amontoam e pegam aquelas coisas, e ai alguém pega a bonequinha e joga para o leproso, e ele pega com as suas mãozinhas todas corroídas, e ele abraça aquela bonequinha, se lembrando da sua família.

O leproso ele vivia assim. O leproso ele vivia abandonado pela sociedade. O leproso ele vivia de uma forma totalmente alheia, e ele era esquecido pela sociedade, ele era esquecido pela família, ele era esquecido pelos amigos, ele era colocado, eles se viam em lugares imundos. Isto era a vida dos leprosos. E Jesus viu a necessidade deles, porque Jesus adorava o Pai no exercício de seu dom. Jesus adorava o Pai no exercício do seu dom.

O que você sabe fazer e que você pode abençoar a vida de alguém com aquilo que você sabe fazer, que Deus colocou no seu coração?

Nós estamos num lugar não tão parecido quanto a situação que os leprosos viviam, mas se nós pensarmos um pouquinho, a gente não vive hoje um mundo tão distante. Alguém já teve o desprazer de caminhar pela Cracolândia? Eu passei uma vez por lá, passei com o Lucas e falei para ele: Filho, este é o caminho para quem faz a escolha da droga. E olha que isso já faz mais de 10, 12 anos. Tivemos uma novela, não sei se ainda passa, mas uma novela que tinha um menino que é viciado em drogas. Ele era jogador de bola, e ai ele se viciou, fumou crack, e ai a gente vê o drama, e ai a novela cumpre um papel social importante que é mostrar que a primeira pedra acaba com a vida do camarada. E ai esse menino ai morre na luta que família tem com ele.

Os irmãos que ajudam a Cracolândia. Nós ajudamos semanalmente, a gente doa leite, o pessoal que ajuda vem aqui pega; tudo que a gente tem que a gente fala: olha, serve para eles, leva! O mundo deles é algo muito parecido com essa descrição da fila dos leprosos, da vida dos leprosos, e do ambiente em que esses homens viviam.

Porque lá na Cracolândia agora houve um pastor que resgatou um músico que foi famoso, e agora uma outra igreja também está numa campanha para resgatar outro músico que era famoso para tirar o cara das drogas. Ai eu fico pensando: por que essas ações não envolvem a todos os que estão ali? Por que limitar o socorro, o resgate, a quem um dia foi músico e tocou nos Estados Unidos em bandas e tal e tal? Ali tem pai que não vê mais o filho, ali tem filho que não vê mais o pai, ali tem esposa que não vê mais o marido, ali tem o marido que não vê mais a esposa, ali tem gente que não vê mais nada, senão a pedrinha brilhando na frente dele! E a sua vida vai degringolando, degringolando.

Jesus tinha uma vida de adoração ao Pai, e ele abençoava, e ele via as necessidades que as pessoas tinham ao seu redor. Se nós buscarmos uma vida de adoração, nós também teremos a sensibilidade de perceber as necessidades que nos cercam. Mas essa percepção de necessidade, se não houver uma ação na direção, ficará só num impacto. Esta questão de conhecer uma realidade lá fora, que é cruel e é triste, e ai a gente diz: olha, fiquei impactado com aquilo! Sim; mas qual é o resultado prático que esse impacto lhe deixa no coração?

O que que você vai fazer hoje por tudo aquilo que você ouviu de Missões a respeito da China? Procurei colocar algumas imagens de acordo com o que era falado para dar uma ideia visual além do auditivo. Mas o que é que a gente vai fazer para o povo que está na China, e que a gente precisaria de pelo menos 14 horas de voo para chegar lá para tentar fazer alguma coisa?

Quando falam em treinamento de líderes, é uma necessidade imperiosa. Eu vi uma foto numa reunião em que eu estive com a Eulina, na Missão Portas Abertas, que trabalha com a igreja perseguida, e a foto era cruel, amados. Tinha uma foto que tinha: o pastor, a esposa e as três filhas. Ai mostraram uma outra foto: estava a esposa e as três filhas: o pastor foi morto, porque foi pego treinando líderes. E a mulher dele não satisfeita em ver o marido morto, ela foi presa e foi morta porque ela estava treinando líderes. E ai aparece a foto: a família toda, a outra foto sem o marido, a outra foto sem a esposa, e a outra foto sem as filhas. E ai tem aquele choque: morreram também? Não! Um missionário foi fazer um trabalho voluntário, se apaixonou pela mais velha, pediu ela em casamento e ela disse: eu não posso me casar porque eu tenho que cuidar das minhas duas irmãs. E este missionário falou: eu levo você e a gente cria as suas irmãs fora daqui. E ai ele as levou para outro país, e voltam pra China para evangelizar, correndo risco de morte.

E ai a igreja lembra até com certo impacto aquela peça teatral que tivemos aqui que foi um terror, foi um pânico! Teve gente que passou mal aqui. Nós vimos encenação e aquilo acontece de verdade.

Sim, nós precisamos orar! Se nós buscarmos uma vida de adoração, nós seremos bênçãos na vida de quem nos cerca. A gente não vai só perceber as necessidades, a gente vai ser bênção na vida deles. O que é que aconteceu quando aqueles homens viram a Jesus? Eles correram, e ai, pela situação que ficou demonstrada, nove deles eram judeus e um era samaritano. Por que que a gente tem essa dedução? Quando eles começaram a gritar: Jesus, tem piedade!, Jesus abençoa a vida deles. E Jesus diz: galera, vai lá no sacerdote e se apresentem. Sabe por que que Jesus falou isso? Porque quando um leproso era curado (isso tá lá em Levíticos, capítulo 14 ou 15), havia um processo que demandava mais ou menos 16 dias. Então ele tinha que ir até o sacerdote, ele tinha que tirar toda sua roupa, raspar todos os pelos, tomar um banho, o sacerdote o examinava para ver se ele efetivamente foi curado, ele ia para sua casa, mas não podia entrar em casa, ele tinha que ficar lá do lado de fora da casa por sete dias; depois voltava ao sacerdote, tomava outro banho, raspava o pelo se houvesse nascido alguma coisa, o sacerdote pegava azeite, passava no chão, passava no camarada; o camarada tinha que trazer oferta porque a lepra era associada ao pecado, então ele tinha que trazer uma oferta para o perdão do pecado dele, tinha que trazer uma oferta de gratidão… ufa! Era complicado! Não era assim: tô curado, glória a Deus!, volta pra sociedade.

Então aqui a gente percebe que quando Jesus manda que eles se dirigissem até o sacerdote, amados, Jesus está devolvendo a eles a dignidade; Jesus está devolvendo ao Pai os seus filhos, Jesus está devolvendo ao marido a sua esposa, Jesus está devolvendo à mãe o filho que havia se perdido, Jesus está devolvendo a autoestima, Jesus está devolvendo a vida a estes homens que viviam como um bando de animais. A coisa era tão complicada que eles não podiam ficar diante de pessoas estando a favor do vento; se o vento viesse de lá para cá, eles tinham que sair da direção do vento para que não houvesse perigo de contaminação. Quando alguém passava perto de um leproso, eles tinham a obrigação, porque senão ele era punido mais ainda, eles tinham que gritar: Eu sou imundo! Eu sou imundo!, para que as pessoas se desviassem deles.

E Jesus quando diz àqueles homens: vão mostrar-se ao sacerdote, Jesus está devolvendo a vida a estes que estavam abandonados. Olha a alegria que não deve ter tomado conta do coração deles, e como eles estavam gritando: Jesus, Mestre, tem misericórdia de mim! Eles conheciam aquele a quem eles clamavam.

Qual é a última frase desta música que por último cantamos? “Quando clamarmos, se ao nome de Cristo eu clamar, salvo estás”. E eles clamaram, e o Senhor disse: Vão até o sacerdote, e apresentem-se a ele. E ai o texto diz no verso 14: “enquanto iam, eles foram sendo purificados”. Nenhum dos 10 parou para perguntar: Senhor, o senhor está mandando a gente ir lá no sacerdote, eu vou tomar uma surra lá, porque a gente está podre ainda, a gente está todo detonado. Não! Eles acreditaram que a caminhada deles até o sacerdote já era o processo de cura e restauração.

E ai a gente tem que postar a ideia, e tentar imaginar: como é que era a parada? 10 homens todos detonados, estropiados, já faltando pedaços, etc e tal, feridas pelo corpo… cara, ele mandou, então vamos! Ai o camarada ia olhando: ei, pega aqui, minha mão está sendo limpa! Cara, a minha também! E ai começavam a olhar, e eu acho que no caminhar um ia olhando pro outro: rapaz, sua cabeça está limpinha; e o outro: olha, suas costas também, e tal; e aquela alegria… Enquanto iam, eles iam sendo curados.

E ai teve um que parou e falou: espera ai, eu estou limpo, eu estou curado, o que que eu vou fazer naquele templo? Eu vou depois! Agora eu vou agradecer quem me curou, e ele volta, e ele volta.

Amados, será que a gente tem experimentado o que aquele samaritano viveu? Ou será que a gente tem experimentado o que aqueles judeus viveram? Será que diante do momento em que a gente recebe as muitas bênçãos – “conta quantas são, e hás de ver surpreso quanto Deus já fez”. Será que quando a gente começa a contar quantas bênçãos nós temos recebido, será que a gente não sente um desejo de parar um pouco e voltar a Deus e dizer para Ele: Senhor Jesus, muito obrigado, porque esta bênção que eu tenho foi o Senhor que me deu?

Nós já tivemos experiências aqui de pessoas que pediram oração para melhorar de vida, para um bom emprego, para ir para um lugar melhor, e quando foram para um bom emprego, e começaram a melhorar de vida, se transformaram em um dos nove.

Mas nós temos você, que é um dos dez, que quando Deus lhe abençoa, se você não pode vir à igreja, você passa um torpedo, se você não pode passar um torpedo, você passa um e-mail, se você não de pode passar um e-mail, você manda um recado, se você não pode mandar um recado, você passa correndo ai, e fala: olha, eu não posso ir no culto, mas Deus abençoou com isso; tchau!, e vai embora.

Nove ou um? Como é que tem sido a nossa relação com este Jesus que tantas bênçãos tem derramado sobre as nossas vidas?

Hoje tivemos uma experiência gostosa em casa; o Marquinhos foi almoçar com a gente, e a Elma também estava lá, e ai o meu sobrinho chegou; e ai eu abracei meu sobrinho, e falei: Paulinho, venha aqui conversar com a Elma, e a Elma que andava meio desanimadinha, né Marcão?, a Elma que andava meio tristinha, caidinha, pego a Elma antes, e falei: Elma, meu sobrinho também vai ter que fazer um tratamento de câncer, e ele está assustado, ele tem 20 anos, e ele tem um câncer que o acometeu assim de uma forma muito abrupta, mas ele está sendo tratado. Eu preciso que você me ajude a animar o meu sobrinho! E a hora que ele chegou eu coloquei os dois em contato e a Elma disse pra ele: Olha, eu estou lutando! E ela disse: eu tenho que fazer 12 sessões, você vai ter que fazer duas! Ânimo! Levanta a cabeça! Não deixa a peteca cair!

Pessoas que vivenciam problemas sérios, mas o que que eles fazem quando dá o respiro e quando eles percebem que a cura está acontecendo? Eles vêm à casa de Deus, para adorar ao Senhor, para louvar o seu nome.

Eu fico imaginando a alegria que não toma conta do coração do Marquinhos que hoje é um dos músicos que a gente tem de maior expressão aqui dentro da nossa equipe, um camarada que no passado ganhou a vida como músico lá nas baladas e trios elétricos da Bahia; um camarada que abriu mão, que abriu literalmente mão de ser um cara famoso, de ter muito dinheiro, de fazer tudo isso, porque um dia esse Jesus olhou para ele e disse: você é meu! Eu quero você! Ai esse camarada veio para a igreja, e ai ele está aqui adorando ao Senhor, e de repente o câncer lhe bate à porta, e a sua esposa é acometida com esse problema. A gente se desespera num primeiro momento, a gente chora, a gente fica nervoso, mas ai a gente para e diz: não, espera ai, o nosso Deus não está de brincadeira não. João 17 é verdade: “Pai, eu não peço que o Senhor os tire do mundo; eu peço que o Senhor fortaleça cada um deles”! E está ai o Marquinhos fazendo o que Deus lhe ensinou fazer: louvar o Deus verdadeiro.

É isso que aquele samaritano fez. Ele voltou e disse: Senhor Jesus, muito obrigado pela transformação que o senhor fez na minha vida!

Você tem agradecido a Deus as bênçãos, os livramentos que Deus tem dado a você? Você está entre os nove, ou você está entre aqueles que voltam, sem o ranço da religiosidade?

Aqueles nove judeus, eles acabaram se envolvendo com a religiosidade, com os rituais, eles estavam preocupados em correr aos pés daquele sacerdote para ele dizer: vamos lá: raspe o cabelo, tire a roupa, tome um banho, me deixa examinar! Eles queriam viver limpos diante da sociedade. O samaritano, não! O samaritano queria tão somente dizer: Senhor Jesus, muito obrigado porque o senhor me limpou, porque o senhor restaurou a minha vida!

Amados, se nós buscarmos uma vida de adoração e reconhecer Jesus como nosso protetor, salvador, ajudador, ai sim a gente vai estar agradando o coração de Deus. Este reconhecimento começou na vida desse grupo, como equipe, como grupo, a galera estava junta, estava todo mundo na mesma situação, estava todo mundo triste, podre, acabado, afastados da sociedade, mas quando Jesus aparece ao longe, eles todos gritam: Jesus! Mestre! Tem misericórdia de nós! “Se ao nome de Cristo eu clamar, salvo serei”.

“Um deles – verso 15 – quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz, prostrou-se aos pés de Jesus, e lhe agradeceu.”

O Senhor se agrada de pessoas que têm essa atitude de gratidão diante dele. O Senhor não precisa de mimo nem de carinho. Ele só quer que nós o amemos como Ele nos amou. E a Palavra nos deixa essa experiência no decorrer daquela situação: uma só pessoa efetivamente adora ao homem que o curou; uma pessoa volta, e agradece e se prostra diante daquele que foi instrumento de Deus para restaurar a vida deles.

Amados, Deus não está preocupado com totalidade. Ele quer saber de adoradores fiéis que o adorem em espírito e em verdade.

Gideão quando foi resolver uma parada com os amalequitas, 22.000 se levantaram, e o Senhor falou: não, é muita gente; depois vocês vão bater no peito e dizer: chegamos lá, resolvemos e tal, e ai o Senhor manda alguns embora, e vão lá vários deles e sobram 9.000; e depois o Senhor fala: Ainda tem muita gente e manda beber água no rio, e ali Gideão vivenciou que 300 homens que tomavam água de um jeito, e 8.700 que tomavam água de outro jeito. E o Senhor falou: Gideão, estes 300 são aqueles que você vai descer para lutar contra os amalequitas.

Em nenhum momento, a esta altura do campeonato, Gideão titubeou. Na verdade, ele já havia consultado Deus com o coração ardente que diz: Senhor, é para ir, me dá um sinal! E Deus começou a falar ao seu coração. E se eu for, Senhor, eu sou meio burro, eu não entendo bem o que o Senhor fala, então vou por uma lãzinha lá no quintal, e eu quero primeiro que o Senhor – se é para ser – eu quero que o Senhor molhe o novelo de lã, mas eu quero ver a terra em volta seca. E ai ele acordou de manhã (não sei se é exatamente nesta ordem… invertido, né?). Ele falou: Eu quero que o Senhor molhe a terra em volta, mas o novelo de lã eu quero sequinho! E ai Gideão acordou de manhã, e foi lá, e estava lá, talvez uma plaquinha escrito: Gideão, você é fogo, heim? Mas, está ai. Você pediu. Está ai, ó: molhado em volta, e o seu novelinho sequinho. Ai virou: Senhor, só para, então nós vamos fazer diferente: eu vou deixar o mesmo novelo ali. E eu queria que o senhor invertesse, eu queria que o Senhor molhasse o novelo, mas deixasse a terra em volta sequinha. Ai no outro dia de manhã, tinha uma outra plaquinha: Gideão, você é teimoso, né? Mas, está ai. Eu quero que você vá! Eu já entreguei nas suas mãos os amalequitas. E ai Gideão convoca o povo, 32.000 se oferecem, e ai depois sobra 300. E ele vai para a luta com os 300.

Onde estão os outros? Nós precisamos ir atrás deles para contar para eles como é bom estar diante de Deus. A gente precisa ir atrás deles e dizer: Minha querida, domingo à noite, balada é legal, mas na segunda você está com dor de cabeça, cansada, triste, com a cabeça dolorida porque encheu o taco. Talvez você sai de lá com algum problema de droga…

Meu querido, deixar a igreja, a comunhão para fazer alguma outra coisa; o melhor é estar aqui. Vim para adorar, vim para prostrar, vim para ouvir de Jesus: Vai, o seu problema está resolvido. Agora, o que nós precisamos é voltar o olhar para ele, e dizer: Senhor, muito obrigado por tudo aquilo que o Senhor tem feito por mim.

Se a gente buscasse uma vida de adoração, a gente vai perceber a necessidade, a gente vai abençoar quem precisa, e a gente vai agradar o coração de Jesus porque seremos gratos a ele, e esta gratidão, ela vai reverter em atitudes de louvor e adoração ao nome de Jesus. Amém?

Eu quero convidar o grupo de louvor. Nós vamos ouvir mais uma vez esta melodia que cantamos na abertura. E eu gostaria de convidar você a um momento profundo de reflexão. O grupo vai cantar mais baixinho para que você vá ouvindo a letra. Eu quero convidar você a abaixar a sua cabeça, a orar, a pedir que o Senhor vá mostrando ao seu coração.

Eu queria pedir que os membros da igreja, quem é membro da igreja, eu queria que se colocassem de pé. Você que é membro da igreja coloque-se de pé. Dá uma olhadinha: quantos estão sentados… pessoas que talvez ainda não tenham a experiência que você tem. Podem se sentar. Quando você estiver orando, lembre-se de orar por quem está do seu lado.

Eu queria muito que você pensasse naqueles nove. Onde estão aqueles nove? Procure! Mas não pegue o camarada pelo colarinho e chaqualhe ele, não. Diga com amor: Meu querido, você está perdendo tanta bênção!

Vamos cantar ao Senhor!

(*) Jairo Ribeiro é pastor titular da Igreja Batista Central de Santo Amaro (IBCSA), na Capital de SP. Sermão proferido no culto de adoração do domingo, dia 1º de abril de 2012
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