Home / EDITORIAIS / Entre Nelson do Posto, Onira e Ana Preto, meu voto é dos três – Conclusão

Entre Nelson do Posto, Onira e Ana Preto, meu voto é dos três – Conclusão

Paella: risco de ingredientes fora do prazo de validade.

texto anterior

O ponto, no entanto, é o seguinte: não se pode votar em três; tem-se que escolher um.

Demorei um bocado para terminar esta série, até porque ando com dificuldades para mastigar certos ingredientes (estou em tratamento dentário severo e os dentes estão muito sensíveis…).

Essa tarefa de bem mastigar os alimentos antes de engoli-los abriu-me os olhos para ver que, se os três representavam um avanço no processo político de Peruíbe, agora, à luz do resultado de minhas elucubrações, já não parecem representar tanto isso…

Mas que cheguei a uma conclusão cheguei. Dos três que têm se apresentado como “oposição” à atual Administração Municipal, o meu voto iria para nenhum deles. Digo “iria”, porque a eleição está há alguns meses à frente, e, até lá, é bem possível que algum desses três consiga me convencer que consegue ser integralmente independente do status quo político peruibense. Até aqui, não. Lamentavelmente, não. Senão, vejamos:

Rompimento “denorex”

Nelson do Posto, que todo mundo brinca com seus trejeitos que disfarçam o “hetero” que ele é a ponto de terem-no apelidado de “denorex” – aquele que parece, mas não é, ainda não conseguiu convencer de todo que seu afastamento político da Administração onde é vice-prefeito, também não passe de “denorex” – parece que rompeu com Gilson Bargieri, mas rompeu coisa nenhuma!

Por causa disso há quem jure de pé junto que Nelson do Posto seria o “plano b” do Gilson que, depois que elegeu sua filha como prefeita, e que foi obrigado a se afastar da Administração por força de determinação judicial, e que se encontra ainda em seus aposentos cuidando de seu tratamento de saúde, de lá de sua mansão do Bougainville I, acabou por se tornar a grande e sonora “eminência parda” de Peruíbe. A decisão por transformar o seu pupilo Nelson do Posto em seu “plano b” teria vindo depois que o próprio Gilson – que de burro não tem nada – teria percebido que os índices de rejeição de sua filha Milena, neste final de governo, inviabilizariam sequer sua candidatura, quanto mais sua vitória.

Nelson, após anunciar seu rompimento com a Administração, perdeu a oportunidade de criar um fato político em seu favor se fizesse o jus sperneandi, chamando a Imprensa, invocando a Justiça Eleitoral, e levasse a opinião pública a também romper contra a decisão da Administração que o teria “expulsado” do paço municipal. Afinal, ele era – e ainda é – o vice-prefeito, eleito pelo voto do povo, e deve-se supor que muito dos votos que Milena teve deve-se a ele. Do contrário, não sendo dado a escândalos, seria de se esperar que pelo menos renunciasse ao seu mandato, embora o salário de vice-prefeito… ah, sempre o salário… como deve fazer falta!

Não. Nelson não convenceu. Se, ao sair “escorraçado” da prefeitura, andou desfilando com uma estrela do PT em seu carro particular, e foi o principal articulador do chamado “grupo dos 5” (veja aqui), o fato de ter sido o primeiro a sair, declarando-se pré-candidato a prefeito pelo PR, poderia estar indicando que seu padrinho o quer mesmo como candidato a prefeito, e não correndo risco de ter que vir a ter que engolir uma terceira candidatura, ou mesmo de compor com ela.

Por isso Nelson do Posto deixaria de ter meu voto.

A estrela desce

O problema da Onira não é ela; é o seu partido. É o PT. Se bem que seja ela também, um pouco, porque há certa incongruência, uma distância entre o discurso, a retórica e o bem-fazer (ou malfazer) do dia-a-dia desta vereadora que chegou ao poder no auge da insatisfação da classe da qual faz parte – os professores – com salários e condições de trabalho.

No que toca ao Partido dos Trabalhadores há um sério contraponto entre o que acontece em todo o Brasil e o que acontece em Peruíbe, este cantinho particular tomado de assalto desde quando se tornou independente, sempre por políticos de “direita”.

A tradição político-eleitoral de Peruíbe é malufista. O povo parece estar calcinado, e já vem de gostar do bordão usado pelos políticos que fazem, embora roubem. “Ele rouba, mas faz!” Esta química está umbilicalmente ligada ao interesse imediatista da população que quer – e vê – notadamente em tempos eleitorais como esse, o asfalto (ou calçamento) chegar à porta de sua casa, a rede de água e luz ser estendida, os atendimentos médicos serem ampliados, a salsicha servida na merenda escolar passar de terceira para segunda classe. Cegos, ávidos pelos vinte ou trinta reais que lhes caem como luva no dia das eleições, fazendo perpetuar os mesmos. À estrela da oposição não resta mais que ser cadente.

Não houve eleição de Peruíbe – e da sua representante única, a vereadora Onira – em que o PT elegesse um só vereador que fosse por conta de seus próprios votos. Sempre dependeu de coligações de partidos, inclusive de “direita” como o que aconteceu na eleição passada, em que, para se coligar com o DEM precisou do aval do diretório estadual. Mais do que depender dos votos do democrata (ex-pefelista) Cícero Rodrigues da Silva para ele ajudar a eleger alguém do PT, Onira – e o PT – tiveram que engolir um sapo que até hoje está atravessado em suas gargantas: a filiação e candidatura de Paulo Henrique Siqueira (o Paulão, o mentor intelectual e político de Ana Preto), numa situação que, por um pouco não deixa a Onira em segundo lugar, perdendo sua cadeira de vereadora.

Para o PT se manter no “poder”, o partido já apoiou até mesmo Gilson Bargieri na eleição em que este se elegeu prefeito, no ano de 2000.

A estratégia é diametralmente oposta à estratégia usada por Benedito Marcondes Sodré que sempre dizia que não queria ser candidato e, depois, para atender ao clamor popular, acabava saindo… e se elegendo. Estratégia essa que deu certo por quatro vezes (e não duvidem que possa dar certo numa quinta!). Onira, sempre que se aproxima ano eleitoral, ensaia e declara que será mesmo candidata para depois, na última hora, às vésperas das convenções, declinar, fechar um acordão com um partido “bom” que lhe confira os votos que o PT não tem para conquistar a quociente eleitoral e, voilá, continuar sendo vereadora. Roberto Gaiofatto, um dos mais valorosos vereadores que a Câmara de Peruíbe já teve, e que caiu na maldição do canto da sereia para ser vice (vou tratar deste assunto da “maldição dos vices” em artigo em breve), que o diga. Ele que chegou a ser convidado por Onira para ser seu vice na eleição passada ficou a ver navios, ou melhor, barcos, pesqueiros, de preferência. Intempestivo e colérico, Roberto encontrou no momento a justificativa para pendurar suas chuteiras políticas. E olha que ele faz falta. Muita falta!

Há quem jure que agora seria diferente. Parece haver uma pressão vinda “do alto”, e Onira não terá como voltar atrás. Animada pela premissa, pela possibilidade de até mesmo o ex-presidente Lula vir a subir em seu palanque durante o pleito propriamente dito, e também pelo apoio financeiro que o partido lhe dará para enfrentar o propalado poder econômico da empresária Ana Preto, ou a máquina conduzida por Milena Bargieri, Onira não terá mesmo saída: Ou se elege prefeita, ou declara que Peruíbe foi um rio que passou em sua vida, e vai parar em Brasília trabalhando com seu amigo Mercadante, hoje Ministro da Educação. Com isso, tal e qual os gloriosos PMDB e PSDB de outrora, o PT passará a engrossar a lista dos partidos em franca concordata a nível municipal.

Mas Onira tem também muito a explicar para a população antes de convencê-la a votar nela. Sua administração da Câmara quando foi presidente teve por polêmico a reforma do piso do prédio do Legislativo municipal, que antes era de borracha para um glamoroso piso de granito, numa despesa até hoje sem explicação plausível principalmente porque completamente destoada da aflição pela qual passava – e ainda passa – o povo de Peruíbe numa área tão nevrálgica, necessária e urgente, como o é Saúde, por exemplo.

Seu silêncio, ou mesmo seu discurso tímido diante dos escândalos que envolveram seus pares na Câmara nos últimos meses a torna suspeita de prevaricação e até mesmo de cumplicidade.

Há uma caixa de pandora guardada a sete chaves na Câmara Municipal, e são poucos os vereadores que têm acesso ao seu conteúdo. Um desses segredos parece estar justamente na questão dos assessores e outros funcionários contratados extraconcursos. Tanto é que o Ministério Público já vem há tempos de estar de olho nesta situação que parece ser corrente tanto na Câmara como na Prefeitura também (veja aqui). E consoante a esta “caixa de pandora” a vereadora Onira não pode alegar desconhecimento ou mesmo inocência; afinal, ela foi presidente da Casa, e a primeira coisa que se espera de alguém que assume um cargo desta envergadura é que tome conhecimento pleno do que está sob sua responsabilidade, ainda que temporária.

Desta sorte, para que Onira me convença de que representa a diferença entre o que vimos até aqui, o que vemos hoje, e o que poderá acontecer amanhã com seu eventual governo, ela tem que começar me convencendo que, por exemplo, não aceitaria um apoio da prefeita (e do seu pai Gilson) caso esta desista de ser candidata à reeleição como tem sido comentário frequente nos corredores palacianos peruibenses. E nem aceitaria compor com Ana Preto que tem sido o alvo principal dos ataques dos fakes e não fakes petistas nas redes sociais.

Por enquanto, pois, perdeu meu voto.

Cheiro de mesma coisa

Ana Preto perde a grande oportunidade de fazer a diferença na política de Peruíbe, começando por romper visceralmente com tudo e todos que tenham qualquer coisa a ver com os costumes políticos local.

Repete, assim, o enorme erro cometido por seu pai, o ex-prefeito José Roberto Preto, que, confundido amizade, negócios e política, manteve como seu chefe de Gabinete José Carlos Rúbia de Barros (Carlinhos), que vinha de ter sido vereador, presidente da Câmara, vice-prefeito de Benedito Marcondes Sodré e também – pasmem! – do próprio Gilson Bargieri, arqui-inimigo político e pessoal de JR Preto.

Sob a premissa de “poder” – inclusive financeiro – de José Roberto Preto a que tinha acesso, Carlinhos chegou a ser conhecido como o “maior articulador político de Peruíbe”, levando para a seara do governo da esperança de JR Preto, o trigo, mas também o joio dentre os políticos de Peruíbe. E deu no que deu.

O cetro de “maior articulador de Peruíbe” agora está nas mãos de Paulo Henrique Siqueira (Paulão), que tem sobre si a responsabilidade de manter decolada a pré-candidatura de Ana Preto (sim, ela já decolou, e não foi com a entrega do título da última sexta!), mas que tem também a chave da bomba do combustível que ajuda a manter a nave voando.

A dúvida cruel começa por tentar adivinhar – se é que difícil é – se esse “poder” de aglutinação de partidos e seus filiados, de políticos e seus cabos e sargentos eleitorais, estaria mesmo na intelligentsia e inteligência de Carlinhos outrora ou de Paulão ora, ou até porque acreditam nas boas intenções de Ana Preto, ou se o motor que arregimenta as massas políticas não é mais que o capital que, se falta para uns, para outros sobra. Fico imaginando quão triste é a sina daqueles que têm certeza de que a grande maioria dos que estão lhes reverenciando não o fazem mais senão pela possibilidade de ganhar algum, de preferência sem ter muito trabalho.

Em 1988, Francisco Pereira da Rocha era o pré-candidato a prefeito de Peruíbe pelo PTB (coincidência?). Dr. Rocha, como era conhecido, tinha uma mão enorme – maior que a do falecido Anielo, e, tão grande quanto sua mão, era sua generosidade, sua capacidade de jogar dinheiro fora. Era um fanfarrão! (Chegou a descer de helicóptero, vestido de Papai Noel, para distribuir presentes para crianças, no Natal de 1987. Foi a primeira fez que se viu um Papai Noel negro por estas plagas).

Determinada feita ele dava um churrasco em sua charmosa chácara que ficava ali no coração do Caraguava, e para lá acorreram vereadores, pré-candidatos e uma legião de puxa-sacos. Ele, que tinha grande consideração por mim, me chama de lado e me pergunta: “Quem destes, Washington, estão verdadeiramente comigo?”, ao que eu respondi: “Deixa Dr. Gheorghe (Popescu) decidir que é candidato que o senhor verá quem é que está com o senhor”. Isto porque Popescu era famoso por gastar rios de dinheiro em suas campanhas (não à toa foi prefeito três vezes da cidade!).

Dito e feito, Popescu saiu candidato, e Dr. Rocha acabou tendo a dita de morrer antes de ver a debandada das traíras para o lado do também falecido ex-prefeito.

A analogia com os tempos de hoje é inevitável. E principalmente com a pré-candidata do PTB, Ana Preto, com quem peço permissão à língua pátria para fazer trocadilho de seu nome com “analogia”. Porém, com larga vantagem para Ana, já que não se prenuncia nenhum Dr. Rocha ou Popescu como pedra que pudesse estar em seu caminho para atrapalhar sua caminhada rumo ao Paço Geraldo Russomanno.

Não obstante, me preocupa esse seu comprometimento explícito com o seu prenunciado vice, José Pedro Gomes de Oliveira, o vereador Oliveira. Da mesma sorte com os demais vereadores e ex-vereadores que têm todo um vergonhoso histórico de casuísmo, falta de identidade e fidelidade partidária, e de apropriação de benesses privadas como fruto de seus cargos públicos.

Sendo assim, o pecado de Ana não é essencialmente seu pecado, mas é pecado dos que o cercam, daqueles que já se juntaram ao seu grupo de “fé”, mas que devem muito de penitência até que consigam novamente convencer que são sinceros naquilo que dizem, que prometem, que pretendem, que querem.

Oliveira sofre, por isso, enorme rejeição interna, dentre os partidos nanicos que já estão apoiando a pré-candidatura de Ana Preto. Alguns ameaçam abandonar as fileiras se Oliveira vier a ser mesmo o vice de Ana Preto. Tudo isto porque não há quem diga que consegue dissocia-lo do coronel político Gilson Bargieri. E, por mais que ele jure de pés juntos, seria bem mais fácil para ele se, ao romper com o grupo político liderado por Bargieri, tivesse também colocado todos os cargos que indicou para as assessorias na Prefeitura à disposição da prefeita.

Mais suspeito que isso só mesmo o episódio em que Bargieri livra Oliveira da inevitável perda do mandato, quando, aos sair do PSB para o PMDB, sem justificativa aparente, foi alvo de ação provocada pelo Dr. Casemiro, primeiro suplente do PSB, reclamando o seu legítimo lugar, já que há entendimento da Justiça Eleitoral de que o cargo é mesmo do partido, e não do candidato. Conclusão: o mandato de Oliveira – e inclusive sua inelegibilidade para este ano – estava nas mãos de Gilson que, como bom padrinho, enviou nota à Justiça Eleitoral livrando Oliveira do cadafalso. Como diria Zagalo: “é estranho, muito estranho”.

Os tentáculos de Gilson Bargieri na seara de Ana Preto podem não estar somente com este episódio de seu pretenso vice.

Recentemente recebi a informação de que o publicitário Yuri Félix foi contratado para a campanha de Ana Preto. Se a informação procede, é sério motivo para levantar mais uma suspeita de que Gilson tem mais gente sua dentro das campanhas de Nelson do Posto e de Ana Preto do que pode imaginar a nossa vã filosofia.

Yuri é um publicitário, um marqueteiro competente. Teria sido ele o criador do mote que levou Gilson Bargieri ao poder no ano de 2000, que foi o famoso “22 é Gilson”. O logotipo “Peruíbe para você amar” que norteou a Administração GB também teria sido criação dele. E quem trouxe Yuri para Peruíbe desde a distante Ourinhos, foi também o próprio Gilson. O carinho, a admiração e o agradecimento perene de Gilson por Yuri pode ser visto em vídeos no Youtube (veja aqui). Durante a missa solene dos 50 anos de aniversário de Peruíbe, Yuri pode ser visto sentado no banco logo atrás do banco onde está a prefeita Milena, e à frente do banco onde está sentado seu pai, Gilson (veja aqui).

Evidente que isto é apenas um exercício de possibilidades; pode não refletir a realidade as suspeitas que estas aproximações permitidas por Ana Preto nos levam a supor. Porém, lembro também que, durante a campanha de seu pai, José Roberto Preto, quando restou escancarado a indisposição entre Paulão e Sílvio Siqueira, que este logo providenciou um profissional de fora, totalmente insuspeito, para tomar o timão da campanha, que foi o Valmir, da Agência Octopus, o que o fez com extrema competência e lisura. Valmir está em Brasília para onde nos levou de nós a esplendorosa Nanah Martins, e com quem divide anos de felicidade. Mas não seria possível se conseguir um profissional isento para este trabalho? Por que – se verdade – o Yuri?

Sim, temo que esta paella patrocinada por Ana Preto (saudades das que se faziam pelo Moita e outros experientes cozinheiros de José Roberto Preto) tenha ingredientes vencidos, estragados, que possam vir a fazer mal para nossa saúde futura. Por isso deixaria neste momento de votar nela.

Por uma mudança radical

Dr. Melo dizia que “filho da terra é minhoca”. Pode ser. Mas eu encerro esta longa dissertação insistindo que Peruíbe precisa de gente da terra para lhe restituir a dignidade de 30, 40, 50 anos atrás. Chega dos mesmos!

E, considerando que Onira e Nelson do Posto fazem parte deste time “dos mesmos”, a esperança poderia estar mesmo com Ana Preto que, a despeito de seu pai ter sido prefeito, ela não pode ser considerada como desse time. Mas para provar isso, ela teria mesmo que partir para romper com essa gente toda, criando coragem para mudar, tal e qual Mário Omuro o fez em 1988, quando, sem apoio dos velhos caciques políticos, conseguiu não só se eleger, como também renovar a Câmara Municipal em mais de dois terços!

Sendo assim, o vice ideal para Ana Preto, para fugir da suspeitíssima – convenhamos – sugestão do nome de meu irmão Wanderlei de Paula (PV) para ser seu vice, seria mesmo de um nome que sempre me ocorre nestas épocas pré-eleitorais, que é o de ex-vereador Sérgio José Ferreira (que foi vereador justamente quando Mário Omuro foi prefeito), que é filho da terra – ele e toda sua família e toda família de sua esposa), e que traz a marca, a feliz marca de ser filho o segundo prefeito de Peruíbe, o saudoso Albano Ferreira, grande orador e poeta.

Se se conseguir invocar o clamor popular rumo a este intento, eu diria que até não precisaria muito esforço para se ganhar a eleição. Basta querer.

E com isso – por longo que é – pretendo encerrar minha participação nesta campanha, a menos que um candidato, outra, outra ou ainda outra candidata entenda que eu possa ser útil para mais ou menos escrever, para o que, permaneço às ordens.

Washington Luiz de Paula

Polo Rotrô 160x600

Sobre mrwash

Veja também

67% têm considerado a gestão Ana Preto em Peruíbe como “ótima”, diz enquete

Da Redação A enquete levada a efeito por este blogue desde o dia 5 de …

Deputado Marcos Martins (PT) visita Peruíbe e será recebido por Ana Preto

Da Redação O Deputado Estadual Marcos Martins, do Partido dos Trabalhadores, estará em Peruíbe neste …

Prefeita Ana Preto, de Peruíbe (SP), prestigia posse do deputado Samuel Moreira na presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

Da Reportagem do Jornal Expresso Regional A prefeita de Peruíbe e presidente do CONDESB, Ana …

Joomla extensions, Wordpress plugins
%d blogueiros gostam disto: