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Entre Nelson do Posto, Onira e Ana Preto, meu voto é dos três – Parte IV

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Foto do perfilE que dizer de Ana Preto (foto)? Não temos muito, além de sabermos todos ser ela filha do falecido ex-prefeito José Roberto Preto e herdeira, juntamente com mãe, irmã e irmão da tão propalada fortuna de seu pai. E não é para menos, já que a família, exatamente como era seu chefe, mantém a discrição como lema de vida e, não obstante poder ser considerada rica, é extremamente simples.

Ana Maria Preto Sá é assim. Simples. Firme em seus propósitos pessoais, empresariais (carrega nos ombros a responsabilidade de gerir os negócios da família) e, agora também políticos.

Da política e de política pouco ou nada tenho a falar de Ana Preto. Quem esteve próximo dela quando o pai foi prefeito e ela conduziu com galhardia o departamento de Promoção Social, sem, contudo promover o alarde comum aos políticos ávidos por alimentar sua vaidade pessoal, pode depor em favor de Ana Preto, e a tem em condições de administrar a cidade como prefeita.

Pessoalmente, tenho que reconhecer que não a conheço, e mais nem uma linha poderia acrescentar sob pena de cometer o pecado do excesso ao tentar inserir em seu currículo o que ela não é ou mesmo de deixar de lado alguma anotação digna de nota.

Tenho visto aqui e ali algumas observações nas redes sociais, algumas maldosas, outras honestamente preocupadas, dando conta de não conhecer Ana Preto, de nunca tê-lo visto andando pela cidade, frequentando os lugares comuns, as festas, os eventos políticos. Mas – lembremos – seu pai também era assim. E me recordo que fazê-lo subir num palanque foi um suplício; e fazê-lo falar em público, no microfone, um esforço hercúleo de sua assessoria política e de comunicação da época de sua campanha. Não obstante demonstrou enquanto esteve à frente do Governo Municipal sua competência e, não fosse o ranço de alguns de seus assessores mais diretos, teria feito muito mais pela cidade do que o que fez.

Claro que para mim, que já tenho quase quatro décadas de observação política na cidade, Ana Preto não me é familiar, conhecida, íntima, para que eu me sinta na condição e com liberdade para dela tecer os comentários que gostaria de tecer, sejam eles bons ou ruins. Todos os demais políticos da cidade eu os conheço, e conheço bem. Alguns mais, outros menos, mas os conheço. Ana Preto não é um Gilson Bargieri, a quem conheço bem, tendo sido eu o responsável pela introdução dele na política – mea culpa, mea máxima culpa – em 1980, quando eu e o extinto ex-vereador Marcos Ensel Wizentier (Marquinhos) o fomos convidar para vir a se o vice-prefeito de Mário Omuro nas eleições de 1982, quando Gilson era recém-chegado na cidade; e depois, no ano de 2000, quando Márcio França impiedosamente expulsou Gilson do PSB às vésperas das eleições daquele ano, deixando-o praticamente inelegível por não ter partido, e eu fui o responsável pela apresentação dele ao deputado Valdemar Costa Neto, quem lhe deu de bandeja o Partido Liberal (PL), hoje sucedido pelo PR, por onde Gilson pode fazer a histórica e vencedora campanha eleitoral daquele ano, deixando para a posteridade o mote “22 é Gilson”.

Tal e qual Gilson Bargieri, eu conheço todos os demais, notoriamente os antigos. Ana Preto, no entanto, infelizmente, eu não conheço.

Isso não quer dizer que ela estaria em desvantagem no processo eleitoral que se avizinha. Pelo contrário. Reputo que isso é até uma virtude, já que não se pode falar de Ana Preto que ela esteja imiscuída com este ou aquele grupo político da cidade, que ela tem esse ou aquele interesse, que ela se maculou por ter estado abraçada no passado com este ou aquele (ou esta ou aquela) candidato (ou candidata) que agora lhe é contrário, tendo que se ver escrava da hipocrisia de ter que criticar – ou atacar – quem outrora elogiou.

É uma novata. Mais que uma novata, é alguém que tem recursos de si e por si o suficiente para poder dizer tal e qual seu pai dissera – e cumpriu – não precisar do salário de prefeito, a ponto de doá-lo integralmente a entidades assistenciais da cidade. Ela tem recursos e conhecimento o bastante para formar uma equipe de governo essencialmente técnica, fugindo do lugar-comum das promessas vãs e contratações de meia dúzia de “assessores profissionais” que nada conhecem do departamento que ganharam de presente de seus mandatários.

O fato de não ter aparecido na mídia ainda, de não estar alardeando seu anseio pela cadeira do Executivo municipal, pode demonstrar que, também, ela não é política no sentido pejorativo do termo. E isso é bom. Muito bom.

Assim, das opções que evidencio neste artigo de cinco partes, eu recomendaria Ana Preto se o seu caso for daqueles que estão de saco cheio com a classe política, e estão ansiosos por experimentar gente nova, gente séria, gente de bem.

continua

Washington Luiz de Paula

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