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O prêmio da mega da virada e a sede pelo Poder em Peruíbe

Há um paralelo entre os 170 milhões que a mega-sena da virada distribuiu entre cinco sortudos e felizardos ganhadores e a frenética busca pelo Poder em Peruíbe que, agora, em ano eleitoral, se torna mais aguçada.

Primeiramente é importante que meus leitores atentem para o fato que a Caixa Econômica Federal – nem o Governo – concedeu prêmio algum para quem quer que seja. É um absurdo pensar diferente. Sim; porque – vejam bem estes números: Os R$ 170 milhões distribuídos foram tirados de um montante de – pasmem! – R$ 549.326.718,00. Isso mesmo: Quase 550 milhões de reais arrecadados, eu arriscaria a dizer em 90% de mãos e bolsos miseráveis – e irresponsáveis – de pais de famílias que sequer pão e leite têm para dar para seus filhos em casa.

Logo, se alguém deu alguma coisa a alguém, ou a estes cinco contemplados que levaram cada qual pouco mais de R$ 35 milhões para casa, este alguém fui eu e foi você, e foram todos os brasileiros que também gastaram suas últimas moedinhas na esperança de um dia se ver entre os que ganharam; a maioria de nós, também, sem sequer saber o que se pode, o que se deve, o que dá para fazer com esta dinheirama toda.

Em tempo você me perguntaria: e a diferença dos R$ 550 milhões arrecadados para s R$ 170 milhões distribuídos? Bem, boa parte vai para o imposto de renda, e o restante é distribuído para vários programas do governo (está tudo lá, no site da Caixa… afinal, eles não têm o que esconder…). Será?

Em linhas gerais a máquina pública é quem devora este dinheiro todo. E, de tão gulosa, precisa sempre de mais e mais dinheiro – de nosso suado e escasso dinheiro – para mantê-la. E a mantemos. Firmemente a mantemos, fiéis que somos, dóceis que somos, quais ovelhas que seguem balindo de felicidade para o matadouro e, quando o cutelo é encostado em suas gargantas, elas mesmo – as ovelhas – fazem questão de se esfregar com mais força no cutelo para que a morte que seja mais rápida, propiciando menos trabalho ao seu algoz.

Afinal, como sustentar o Legislativo nacional com centenas de deputados estaduais e federais, com milhares de milhares de vereadores, com os senadores (para quê três por Estado?), alguns destes homens e mulheres iluminados ganhando bem mais que R$ 100 mil por mês, fora toda a mordomia a que se acham ter direito?

Como sustentar um Executivo inchado de ministérios, secretarias, diretorias, cargos de primeiro, segundo, terceiro, quarto escalão, em sua grande maioria pouco ou nada eficiente, e que têm demonstrado não serem mais que instrumentos que propiciam a perenização da corrupção?

E o Judiciário que de guardião da Constituição tem também mostrado suas entranhas de vícios cometidas mesmo por juízes e ministros togados que nos fazem pensar sobre se há, afinal, saída para este Estado podre que ai está…

A reprodução da preocupação instalada em setores principalmente da Imprensa e da sociedade organizada pode ser explicada se minimizada e trazida para um plano de um município ainda pequeno da federação como o é Peruíbe.

Você ai que me lê neste momento, e que se prepara para escolher qual dos candidatos ou candidatas há de merecer o seu voto em outubro próximo, já parou para pensar por que é que se luta tanto pelo Poder numa cidade, como dissemos pequena, como Peruíbe?

Vamos pensar no orçamento para 2012, o último do atual governo, que ficou na casa dos R$ 190 milhões, ou 20 milhões a mais que o prêmio distribuído pela mega-sena.

Eu o conclamo a refletir com serenidade, com frieza, sem as paixões partidárias, sem as influências de amizade, e a meditar consigo mesmo, ai com seus botões, e me responder a esta pergunta simples: De onde virá, de onde brotará estes R$ 190 milhões para 2012? De onde virão, por extensão, os quase R$ 800 milhões orçamentários para os próximos quatro anos do próximo mandato municipal?

Seria a presidente Dilma que ligaria para a Casa da Moeda e mandaria: “Imprime ai R$ 190 milhões que eu preciso mandar lá Peruíbe que eles estão precisando!”? Não. Não é mérito dela, portanto. Seria o governador Alckmin que apelaria para sua Secretaria da Fazenda: “Ô meu, veja ai se dá para desviar uns R$ 190 milhões para eu mandar para Peruíbe, que eles estão precisando!”? Não. Não é mérito do governador tucano. Seria a prefeita Milena que ligaria lá para a Céu Azul: “Vejam ai se vendem o patrimônio imobiliário de minha família que eu preciso ajudar nossa querida Peruíbe, que ela está precisando!”? Também não!

Não há mérito em políticos no tocante a arrecadação, embora haja quanto à distribuição do que se arrecada. E, neste quesito, há mérito e há demérito. Infelizmente, no mais das vezes, demérito.

Toda esta dinheirama, tal e qual a que é distribuída pelas loterias oficiais da Caixa, saem também do meu e do seu bolso. Do bolso de todos nós. Desde impostos e taxas governamentais que pagamos até mesmo embutidos naquilo que consumimos, do simples cafezinho ao churrasco do final de semana, onde há também imposto, e não vemos. E temo que até seja melhor assim, porque, como dizem “se imposto fosse bom, não seria imposto”.

Ao decidir por quem votar, portanto, não atribua qualidade a este ou aquela porque arrecadou mais, trouxe mais dinheiro para a cidade; e sim, a este ou aquela que pode vir a ter a virtude de roubar nada, ou pelo menos roubar menos do seu, do meu, do nosso dinheiro.

Consoante isso continue se perguntando ai com seus botões e depois com seus familiares e amigos por que é que alguns homens e mulheres e mulheres se debatem tanto pelo Poder, novamente ficando no plano de Peruíbe apenas.

Considere isso: um prefeito em Peruíbe ganha ai, em números redondos, em torno de R$ 15 mil por mês. Multiplicado pelos 48 meses dos quatro anos de governo, temos uma soma R$ 720 mil. Um vereador ganha por volta de R$ 5 mil mensais, ou R$ 240 mil durante o mandato.

Com estes números à mão, me responda rápido: Por que é que tem candidato a prefeito (ou prefeita) que estima gastar R$ 4 milhões numa campanha? E por que é que uma campanha de vereador está estimada em R$ 1 milhão?

Seria o povo tão venal assim a ponto de fazer encarecer a campanha? De onde sairá, depois de eleitos, este dinheiro todo que gastaram que representa, em alguns casos, até 10 vezes o que se espera que honestamente ganhem considerando só seus salários?

Ou será que estamos diante de novos “Santo Agostinhos” e “São Francisco de Assis” que deixaram todos os seus bens materiais para se dedicar ao sacerdócio de só fazer o bem às pessoas?

Não. Não creio. Pessoalmente tenho que há mais “santos e santas do pau oco” se apresentando como candidatos e candidatas para as eleições deste ano do que pode imaginar a minha vã filosofia.

Então, cuidado! Você ai que está pensando que 2012 é o tempo de você ganhar um dinheirinho extra, tome tento para que o candidato ou candidata que você está ajudando não acabe ele (ou ela) mesmo metendo a mão no seu bolso. E o fará, com certeza. Senão durante a campanha, depois de eleito (ou eleita) o fará. Tenha certeza disso!

Que bom seria se todos os eleitores pudessem ter a noção de que é possível fazer com R$ 800 milhões em quatro anos, e não fizessem apenas como aquela senhora – coitada – que, entrevistada por uma repórter da TV sobre a possibilidade de ganhar sozinha os R$ 170 milhões da mega-sena disse que a primeira coisa que faria seria comprar uma casa boa para ela, e um carro para cada um dos filhos. E, quando a repórter perguntou quantos filhos ela tinha, e ela respondeu que “sete”, e a repórter que lhe disse que daria para comprar muito mais carros, ouviu da senhora, espantada: “Mas, dá para comprar uma casa e sete carros de uns R$ 50 mil cada?”.

Daria sim. Daria para comprar 3.400 carros de R$ 50 mil ou 850 casas de R$ 200 mil cada. Na poupança, renderia algo em torno de R$ 1.360.000,00 por mês, ou R$ 45 mil por dia, ou, num único dia, ganhar-se-ia, só de juros de poupança, o que um gari da prefeitura de Peruíbe precisaria trabalhar cerca de 8 anos para ganhar!

Washington Luiz de Paula

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