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Caso da contratação do ex-vereador como assessor não fere candidatura de Onira

Da Redação

A contratação do ex-vereador Cícero Rodrigues da Silva como assessor no gabinete da vereadora Maria Onira Betioli Contel não pode ser confundida, em hipótese alguma, com o recente escândalo envolvendo o vereador Antonio Francisco Ricardo (Toninho do Frango) e sua empregada doméstica.

Esta é a análise que eu faço, em nome do mínimo da ética que se deve ter quando se pretende criticar ou defender este ou aquele princípio, principalmente quando esta “crítica” ou “defesa”, ou mesmo “ataque” tem o nítido condão de beneficiar uma pessoa ou um grupo político em particular.

O que se vê nesta tentativa de achincalhar o nome do ex-vereador Cícero, levando de roldão sua esposa, que é professora concursada do Estado, usando-o para tentar envolver a vereadora Onira no mar de lama em que se envolveu o vereador Toninho do Frango, não é mais que desespero. Desespero não só dele, mas também dos que estão se aproveitando da situação, para atacar a que hoje poderia vir a ser a principal adversária nas eleições do ano que vem, seja a serviço da atual prefeita Milena Bargieri, ou mesmo da também pré-candidata a prefeita, Ana Preto.

A vereadora Maria Onira já declinou sua disposição de enfrentar as eleição e as urnas como candidata a prefeita, e já foi indicada e tem o apoio integral de seu partido, o PT, não só em Peruíbe, como também no Estado, e em Brasília. E já está “apanhando”. Antecipadamente “apanhando”. Por que será? Por que essa preocupação toda com uma candidatura, que ainda é tão somente pré-candidatura? Ponderem vocês, com seus botões, meus caros leitores.

Contratação normal

Onira não foi a primeira vereadora a contratar um ex-vereador como assessor. Alex Matos, quando se elegeu, a primeira coisa que fez foi convidar o também ex-vereador Jairo Costa para assessorá-lo. Fez bem. Agiu com inteligência. Primeiro porque Alex estava chegando no Legislativo e tinha que ter a humildade para reconhecer que precisava de ajuda; segundo porque o meticuloso Jairo Costa conhecia – e conhece – do Regimento e dos trâmites legislativos melhor do que muito vereador que ainda está ativa hoje.

A suplente de vereadora, Nadyr Helena Cardoso Maia, quando assumiu a vaga deixada por César Kabbach Prigenzi, que assumia a secretaria de Saúde, longo compôs sua assessoria com o talvez mais competente gestor político que tem em Peruíbe hoje, que é o jornalista Pedro César Batista.

Para estes assessores especiais, o salário de mil e poucos reais não é nada perto do retorno que eles vão dar, que dariam ou que deram para seus contratantes. Assim foi com Cícero que lamentavelmente não ficou mais no gabinete da vereadora Onira, já que ele tinha – como tem – muito a contribuir para o projeto político dela.

Factoide

O caso da diarista de Toninho do Frango é bem diferente. Não há como confundir um caso e outro, e tentar fazê-lo é cometer leviandade.

Toninho cometeu um crime ao enganar a sua faxineira dizendo que precisava usar o nome dela para justificar uma verba “para ajudar os pobres”. Além de crime, cometeu burrice. Sim, porque ele não precisava disso. Só o seu salário como vereador (em torno de R$ 5 mil mensais) já seria bastante para ele pagar o que pagava para sua empregada doméstica, cujo montante, pelas declarações da própria, lembremos, era bem menos que o salário mínimo. O crime, passível de cassação de mandato por quebra de decoro, e de responsabilidade, fazendo-o perder seus direitos políticos e a ter de devolver o quanto desviou com a tal “funcionária fantasma” da Câmara, foi cometido, no entanto, por alguém que já vinha tendo problemas com suas contas enquanto foi presidente da Câmara junto ao Tribunal de Contas do Estado, indicando que, só por isso já estaria impedido de ser candidato à reeleição no ano que vem.

Antonio Francisco Ricardo deu um tiro no pé. E ponto. Um tirinho só que foi bastante para feri-lo de morte politicamente falando. Que ele continue sendo o bom amigo e bom moço que vende (ou vendia) frango na feira.

O que não dá para entender é essa posição “dogmática” de alguns e algumas (a maioria covardes escondidos atrás de máscaras de “fakes”) virem na Imprensa, ou usarem as mídias sociais para tentar fazer crer que este tiro teria que ter acertado mesmo era o pé da vereadora Onira. Por quê? Novamente pergunto: por quê?

A serviço de quem estariam tentando criar mais um factoide envolvendo mais uma vez uma mulher – uma pobre coitada, se me permitem dizê-lo, que agora está sendo ameaçada até mesmo de vir a ter que devolver o que “ganhou” para os cofres públicos, como se fora ela a culpada por ter sido contrata e não ter ido trabalhar?

Faz-se necessário, então, repetir aqui, para que todos entendam bem: a contratação do ex-vereador Cícero Rodrigues da Silva pela vereadora Onira foi totalmente regular – e medida acertada, porque o velho Cícero não ganhou dos cofres públicos para limpar a latrina na casa da vereadora petista.

A propósito: Onde está Laureci?

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