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Bahia corre risco de ficar mais 12 anos longe do Legislativo

Da Redação

Nivaldo Vieira Pereira (foto), conhecido por Bahia, é um daqueles vereadores que é, diríamos, emblemático. Eleito pela primeira vez em 1992, compondo a legislatura dos anos de 1993 a 1996, Bahia teve uma atuação tímida na Câmara. Tão tímida que não consegui retornar nos anos seguintes. Resultado: ficou 12 anos, ou três mandatos, fora do Legislativo.

Bahia foi o prestativo amigo que cuidou do falecido ex-vereador Milton dos Santos (Miltão) nos seus últimos meses de vida. Já sucumbindo pelo câncer que o levou de nosso convívio, Miltão teria desabafado que o “amigo” só estava fazendo o que estava fazendo por ele, Miltão, porque estava de olho nos votos dele. Verdade ou não, o fato é que Miltão faleceu, e Bahia se elegeu vereador com 793 votos, uma votação surpreendente para quem estivera fora da vida pública tanto tempo.

Bahia cumpre seu segundo mandato como vereador, tendo sido logo de cara jogado para o sacrifício da liderança do Executivo na Câmara, o que acabou sendo um prato cheio para a Oposição. Com dificuldade de articulação das ideias – seja para escrever ou para falar, e até mesmo lá não muito convencido de que o que defendia deveria ser defendido, enquanto evangélico da Igreja do Evangelho Quadrangular, Nivaldo Vieira Pereira suou frio enquanto foi líder da prefeita.

Sorte a dele que esta experiência amarga se deu nos primeiros anos da atual legislatura. Como o povo esquece fácil a mazela dos políticos, também parece ter se esquecido das inúmeras vezes que Bahia se desesperou da Tribuna da Câmara, ou do microfone de apartes no afã de defender o indefensável. Mesmo assim, em resposta à enquete “Com relação ao vereador Nivaldo Vieira Pereira (Bahia), de Peruíbe (SP), no ano que vem você:” (veja e vote aqui), 63,64% dos votantes deixaram claro que não votariam nele novamente, seja para que cargo for.

A enquete aponta empate para as duas outras situações, com 18,18% cada: dos que votariam nele novamente para vereador (reeleição), e dos que – pasmem! – votariam nele para prefeito. Filiado ainda ao PSB, em cujo recanto “socialista” repousam todo o clã Bargieri, com a atual prefeita Milena, e seu pai, ex-prefeito Gilson, e também os valorosos e fiéis soldados do atual governo municipal, Bahia terá que apelar para a sua origem nordestina caso pretenda se reeleger no ano que vem.

Este enquete recebeu 44 visitas de leitores, dos quais 11 resolveram deixar seu voto, representando 25% de aproveitamento. Você pode deixar seu voto nesta pesquisa até o dia 25 de dezembro (veja e vote aqui).

As pesquisas publicadas no meu blogue são feitas a partir de parceria com o portal Enquetes, e não têm valor científico.

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